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História: A Batata


Augusta estava muito chateada porque Lívia havia perdido um DVD que levou emprestado. Embora a menina já
tivesse pedido desculpas, Augusta não queria brincar com ela. E, para completar, disse que não perdoava e que não
queria mais falar no assunto.
A mãe de Augusta, Dona Luísa, não entendia como uma amizade tão antiga e tão bonita poderia acabar, de
repente e por um motivo qualquer. Sugeriu então:
- Vamos fazer o seguinte: enquanto você estiver magoada com sua amiga, você vai carregar esta batata pra
todo lado. Ela será sua nova amiga.
Augusta concordou, contando que não precisasse desculpar Lívia, pois achava que assim daria uma boa lição
na garota. Passou então a carregar a batata pela casa. Quando foi tomar banho, lavou a batata, colocou perfume e
até desenhou uma carinha na nova amiga.
No outro dia, antes de ir para a Escola, a mãe perguntou:
- Vai falar hoje com sua amiga Lívia?
- Nem pensar... – respondeu Augusta.
- Então leve a batata para a Escola. – disse firmemente a mãe.
Augusta achou estranho, mas no meio da mochila, ninguém ia perceber. Durante o intervalo, lembrou que Lívia
era uma amiga muito legal. Teve vontade de desculpá-la, mas era orgulhosa: achava que estava certa e que a amiga
devia sofrer.
No dia seguinte a mãe argumentou que alimentar sentimentos ruins prejudicava somente a quem sentia. Mas
nada fazia Augusta mudar de idéia. E, conforme o combinado, enquanto não perdoasse a amiga, carregaria a
batatinha.
- Por mim tudo bem – resmungou a menina cheia de mágoa.
Porém, no terceiro dia, a batatinha começou a ter um cheiro esquisito. Perguntaram o que havia na mochila.
Augusta desconversou.
- Não dá mais! A batata está cheirando mal! – disse aflita ao chegar em casa.
- Mas foi você quem escolheu carregar mágoa – disse Dona Luísa.
- E o que isso tem a ver com a batata? – quis logo saber.
Então, calmamente, a mãe explicou que a batatinha simbolizava a mágoa que ela sentia pela amiga. E que os
sentimentos ruins não faziam mal à Lívia, mas sim à filha, que estava emitindo energias negativas, semelhante à
batatinha que cheirava mal.
- Quando apenas dizemos que perdoamos, mas não esquecemos o que nos magoou, é como guardar a
batatinha no guarda-roupa... Ficamos guardamos algo que só nos fará mal. Já pensou depois de um mês?
- Nem quero imaginar. Augusta finalmente compreendeu que ódio e mágoa são sentimentos que prejudicam
somente a quem os sente.
Depois dessa conversa, Augusta perdoou Lívia e esqueceu completamente o que aconteceu.
Ainda hoje, quando pensa em não perdoar ou guardar mágoa de alguém, lembra logo do cheiro ruim da batata
que carregou, e trata logo de perdoar a pessoa e esquecer o fato.

História: A DOENÇA DE LULU






José Renato
psicografada por Samuel Nunes Magalhães  




    O sol já declinara no horizonte. Vovó Amélia, reunida aos garotos, como de costume conversava sobre a vida.
    Zezinho comentava:
    _ Sabe, Vovó, hoje dois garotos brigaram na escola, por causa de uma bola.
    _ Ah! Mas isso é muito feio. Devemos sempre viver em paz com todos.
    _ Ora, Vovó, eles já trazem essa rixa de muito longe e por qualquer motivo estão se desentendendo - voltou a falar Zezinho, enquanto os outros garotos faziam sinal de assentimento.
    _ Bem. Se é assim, creio que a coisa se torna mais complicada, exigindo reparação  imediata. Lembremos o ensino de Jesus, que nos manda reconciliar com os nossos adversários, enquanto estamos a caminho com eles. Somente assim viveremos felizes e em paz.
    _ É, a professora de religião já falou do perdão, mas não adiantou muito. Quem sabe a senhora teria uma história  sobre o perdão para nos contar. Poderíamos, então,  contar prá eles e, talvez assim,  resolvessem acabar a contenda - comentou Lívia.
    _ Ah! Agora lembrei-me de uma história muito bonita e que fala sobre a lei do perdão. Fiquem em silêncio, que a contarei.
    E, após breve pausa, a Vovó, começou:  


  Esta é a história de Lulu, a lebre que morava na Floresta Alegre.
    Conta-se que outrora Lulu tinha uma grande plantação de cenouras. Ela mesma cultivava com muito esmero, dali tirando o seu sustento e de sua família.
    Todos colaboravam na sua preservação.
    Tudo aconteceu quando, um dia, Lulu foi colher cenouras para o almoço.     Notou que muitas delas haviam desaparecido, não sabia como.
    Recolheu a quantidade necessária para a refeição daquele dia e seguiu para casa de cenho franzido. Ficara preocupada. Quem teria retirado as cenouras?
    Na hora do almoço, toda a família reunida, indagou:
    _ Algum de vocês colheu cenouras, de ontem para hoje?
    Responderam negativamente.
    _ Pois alguém anda surrupiando nossas cenouras e precisamos estar atentos para impedir que isto volte a acontecer. Quem quiser cenouras, que as plante - acrescentou Lulu, visivelmente irritada.
    Todos os seus familiares resmungaram agitados  e descontentes, após suas palavras.
    Resolveram montar guarda na plantação, dali por diante. Por nenhum momento, esta deveria ficar sem os atentos olhos de algum deles.
    Os dias se passaram. Mas, apesar da vigilância cerrada, as cenouras continuavam desaparecendo.
    Lulu quase foi à loucura. Prometeu que ela mesma montaria guarda naquele dia, e assim o fez.
    Após muito esperar, já quase desistira.
    De repente, percebeu um pé de cenoura sendo rapidamente puxado para o interior da terra.
    Correu para ver quem era. Contudo, somente depois de mais quatro pés succionados, conseguiu divisar o invasor responsável. 
    Um pequeno filhote de lebre cavara um túnel subterrâneo e era quem estava lesando a plantação de Lulu.
    Entretanto, Lulu não quis saber se era filhote ou adulto; partiu para cima do intruso e o obrigou a devolver as cenouras, falando em seguida:
    _ Vá embora daqui e aprenda a trabalhar.
    _ Mas, Senhora ...- assustado, o filhote tentava argumentar.
    Lulu não o deixou prosseguir:
    _ Não me interessa o que você tenha a dizer. Só quero que abandone minha plantação, agora mesmo.
    Cabisbaixo e triste, este afastou-se derramando uma lágrima, que Lulu não chegou a perceber.
    Passaram-se os dias sem nenhuma novidade na plantação. Lulu, porém, não havia perdoado.  Guardando a mágoa dentro de si, adoeceu e,  pouco a pouco, o seu corpo  definhava, como se fosse o prelúdio de um fim próximo.
    Todos já temiam que tal pudesse acontecer, dado a fraqueza que a possuía, quando resolveram apelar para o Dr. Corujão, na esperança de que este solucionasse a enfermidade que a deixava abatida e em quebranto
    Às pressas, correram a chamá-lo. Este não se fez esperar.
    Chegando à casa de Lulu, depois de cumprimentar a todos, pediu para ficar a sós com a doente, a fim de examiná-la.
    Após alguns instantes, verificando que nada tinha de anormal no funcionamento de seu organismo, começou a conversar, no intuito de saber como tudo acontecera e desde quando estava assim.
    A enferma, sentando-se com dificuldades, disse ao Dr. Corujão tudo o que lhe tinha acontecido nos últimos meses.
    Quando Lulu se referiu ao incidente com o filhote de lebre, o Dr. Corujão, arqueando as sobrancelhas, falou:
    _ Ah! Minha amiga. A causa de sua doença é mágoa. Mágoa que você guardou no coração.
    _ Como assim? - perguntou Lulu, sem entender.
    _ Então você não sabe? A mágoa retida no coração aniquila não só as forças da alma, mas também compromete a saúde do corpo.
    _ Tem certeza? - argumentou a doente.
    _ Claro que tenho. Já vi casos assim antes; e, foi só o doente perdoar a quem o tinha ofendido para a enfermidade ceder lugar à saúde e à felicidade.
    _ E como posso fazer para perdoar? Não tenho forças para tanto.
    _ Faça o seguinte. Levante-se; dirija-se à plantação e colha o máximo que puder de cenouras. Em seguida,  leve-as ao seu adversário. Assim vai se sentir mais aliviada.
    _ Puxa! Mas, sequer sei onde mora o pequeno! – exclamou Lulu.
    _ Não se preocupe. Eu o localizarei.
    Apoiada na asa do Dr. Corujão, Lulu dirigiu-se à plantação, colhendo as cenouras como fora orientada.
    Enquanto isso, o Dr. Corujão saiu à procura do filhote de lebre. Informado de onde morava, partiu em busca de Lulu.
    Esta havia colhido cenoura suficiente para alimentar uma pequena família, por vários dias.
    Auxiliada pelo Dr. Corujão, nossa amiga foi até a residência do pequeno filhote, batendo palmas à entrada.
    Logo depois este surgiu, magro, sujo e com os olhos um tanto assustados. Confuso, falou, ao ver  Lulu:
    _ A senhora é a dona das cenouras, não é? Juro que não colhi mais nada  em sua plantação e, se o fiz naqueles dias, foi porque minha mãezinha está muito doente, impossibilitada de trabalhar. Eu não sabia o que fazer, pois não tenho pai, nem irmãos, e preciso cuidar dela.
    _ Sua mãe ainda está doente? - perguntou o Dr. Corujão.
    _ Está, sim. Acho que ela não resistirá por muito tempo, pois, além de muito enferma, quase não tem se alimentado. Mal tenho conseguido algumas raízes, insuficientes para reerguer-lhe o ânimo. Em virtude de sua doença, não posso cultivar nada. Tenho que estar constantemente ao seu lado.
    Lulu começou a chorar e, cheia de arrependimento, abraçou o pequeno filhote com tanto amor que ficou curada de repente. A partir daquele instante cuidou não só dele, mas de sua mãezinha, qual se  fossem familiares muito queridos.
    Com isso, em breves dias  a mãe do pequeno estava  restabelecida, ficando para todos a lição inesquecível do perdão das ofensas.
    Desde então, sentindo-se uma só família, viveram todos felizes, livres de mágoas e ressentimentos,.
    A Vovó silenciou, após o relato, dando ensejo a que os garotos assim falassem:
    _ Puxa, Vovó! Achamos que se contarmos esta história para os nossos coleguinhas, eles irão se reconciliar.
    _ É verdade. Aproveitemos a oportunidade, pois, precisamos combater o ressentimento com o amor que Jesus ensinou. Só assim, seremos realmente felizes.
    Naquela noite, com a permissão da Vovó,  as crianças ficaram conversando até tarde, e sentiam-se leves, felizes e serenas, com a lição recebida.

    “Perdoai para que Deus vos perdoe” 
                                                       Jesus


História: O Talismã Divino.

Em um lugar tranquilo, Jesus palestrava. E lá A Mãe de João e tiago perguntou a Jesus:
- Senhor! Terás contigo algum talismã de cuja virtude possamos desfrutar? Algum objeto mágico
que possa nos oferecer?
Jesus pousou na poltrona os olhos penetrantes e falou:
- Realmente conheceço um talismã de maravilhoso poder. Usando-lhe os milagrosos recursos, é
possível iniciar a aquisição de todos os dons de Nosso Pai. Oferece a descoberta dos tesouros do
amor que resplandecem ao redor de nós sem que lhes vejamos, de pronto a grandeza. Descortina
o entendimento, onde a desarmonia castiga corações. Abre a porta às revelações da arte e da
ciência. Estende as possibilidades de luminosa comunhão com as fontes divinas da vida.
Convida a benção e da meditação nas coisas sagradas. Reata relações de companheiros em
discordância. Descerra as passagens de luz aos espíritos que se encontram nas sombras. Permite
abençoadas sementeiras de alegria. Reveste-se de mil oportunidades de paz com todos. Indica
vasta rede de trilhos para o trabalho salutar. Reveste mil modos de enriquecer a vida que
vivemos. Facilita o acesso da alma ao pensamento dos grandes mestres. Dá comunicação com
os mananciais celestes da intuição.
- Quer mais? - disse o senhor, imprimindo enfâse a pergunta.
E após sorrir, continuou:
- Sem esse divin talismã, é impossível começar qualquer obra de luz e paz na terra.
Os olhos dos ouvintes mostravam expressões de assombro, quando a esposa de Zebedeu perguntou
espantada:
- Mestre, onde podemos adquirir semelhante benção? Precisamos deste acumulador de felicidade.
O cristo, então acrescentou bem humorado:
- Este bendito talismã isabe, é propriedade comum a todos. É a hora que estamos atravessando.
Cada minuto de nossa alma permanece revestido de prodígio poder oculto, quando sabemos usar
para o Bem, porque toda a grandeza e toda a decadência, toda a vitória e toda a ruína são iniciadas
com a colaboração do dia.
E diante da perplexidade de todos, rematou:
- O tempo é o divino talismã que devemos aproveitar.



Fonte: Livro Jesus no Lar – Francisco Candido Xavier, pelo espírito Neio Lúcio, Capítulo 22, O
talimã divino.

História: O Carvão

Autor desconhecido

Um menino vivia dizendo a respeito de um colega:
"Desejo tudo de ruim para ele. Quero matar esse cara!"
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito isso! Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amigo, Juca, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra.
O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho, como está se sentindo agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você.
- O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
Cuidado com suas ações; elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino.

História do Beto

 

         Hoje nós vamos ouvir a estória do Beto. O Beto era um menino muito legal. Todo dia o Beto brincava com os amiguinhos e com dois gatinhos que ele tinha. Quando chegava de noite, ele um tomava banho gostoso, jantava, escovava os dentes e ia dormir. Aí ele chamava a mãe assim: - manhê, vem orar comigo?

-         O Beto não sabia orar direito, mais ele adorava ficar com a mãezinha mais um pouquinho antes de dormir, porque ela ficava passando a mão na cabecinha dele, dando beijinho, fazendo carinho gostoso.

-         Mas naquela noite, o Beto ficou pensando, pensando e perguntou para a mãe:

-         O que é Deus mãe?

-         Deus é nosso papai do céu Beto.

-         Mas eu nunca vejo ele...

-         Não podemos ver Deus Beto, mas sentimos ele. Respira Beto!!

-         (o Beto respirou)

-         sentiu o arzinho entrando pelo seu nariz?

-         Senti mãe!

-         Deus, o nosso papai do céu, é assim, a gente não vê, mas sente.

-         E como é que eu vou saber se ele existe mesmo?

-         Olha em sua volta Beto! Quem fez esta cadeirinha? Essa porta? Esse desenho? A mesinha? Foi alguém, foi uma pessoa. Mas e o sol, a lua, os teus gatinhos? O mar, as estrelinhas do céu e todas as pessoas? Tudo que não foi feito pelo ser humano, foi feito por Deus, e é por isso que a gente sabe que Ele existe!!



Dinâmica de fixaxão :

- cada criança diz seu nome e uma criação de  Deus que mais gosta.



História: O Agradecimento da Flor

Então a flor levantou a voz e falou:

·         Muito Obrigada, núvens, boas núvens! Vocês salvaram a minha vida.

E as núvens responderam:
·         Não agradeça a nós! Agradeça ao sol e ao vento. O sol, viu você morrendo e, por isso, chamou-nos no oceano. O vento ouviu você soluçando e, por isso nos trouxe para aqui.

A flor então virou-se para falar com o vento e o sol.

O vento curvou-se para a terra e parou por um momento para ouvir as palavras da flor.

E a flor novamente falou:
·         Muito obrigada, vento, Bom vento! Muito obrigada, sol, bom sol! Vocês salvaram a minha vida.

Mas o vento e o sol responderam:
·         Não agradeça a nós; agadeça a Deus. Ele é que viu você morrendo. Ouviu seus soluços e teve piedade de você. Nós apenas somos seus servos.

Então a flor ficou em silencio. Agitou-se, porém devagar, e perfumou o ambiente com o aroma das suas pétalas.

A flor agradecia, assim, a imensa bonadde e a infinita sabedoria de Deus.

HISTÓRIA - COMO É BOM ORAR

Júlio e Lúcia moravam em uma bela casinha, perto de um bosque todo verde, que acabava numa praia de um mar azul e cheio de lindos peixes. Nessa praia e nesse bosque eles se divertiam a valer. Eles adoravam correr entre as árvores que perto da casa era um lindo jardim com flores multicores. Havia também uma variedade muito grande de plantas frutíferas. Eram mangas, laranjas Jabuticabas, e tinha até, duas frondosas jaqueiras. A mamãe sabia fazer doce da jaca, o que era uma delicia. Como era bom correr pelas campinas orvalhadas e colher as frutas do pomar.

E no mar e nas praias, era uma delicia nos dias de calor. Brincar na areia mergulhar nas ondas, sempre tão convidativas.

As vezes ficavam observando o salto dos peixes virando cambalhotas no ar. Aconteceu que há um mês eles não conseguiram sair, pois os seus pais tinham ido viajar e as crianças tinham ficado com a vovó que era velhinha, e não agüentava andar muito.

Lúcia ficava muito zangada por não sair mas Júlio gostava de ficar na janela admirando e sonhando com o dia de poder sair e passear novamente.

Vovó Ana, muito velhinha e paciente, ensinou aos meninos que em vez de ficarem aborrecidos por não saírem, deveriam orar e pedir ao bom Deus que ajudasse ao papai, resolver logo os negócios para poder voltar mais rápido.

Os dois atenderam os ensinamentos da vovó. Oraram pela manhã pedindo proteção para o papai, a mamãe, a avózinha tão amiga. À noite, agradeciam o dia calmo e bonito e pediam para que os pais voltasse logo.Com isso eles foram ficando mais alegres e passavam horas e horas combinando como seriam os passeios com papai.

Numa manhã azul, bateram a porta e as crianças correram para atender. Que alegria! Papai e Mamãe! Todos se abraçaram e foram para a sala. Sentaram-se pertinho uns dos outros e Papai falou assim: Sabem o que fomos fazer na cidade?

Fomos conversar com o dono da casa em que moramos. Ela não é nossa?(perguntou Lúcia) Não filha, é alugada, mas a partir deste mês será nossa se Deus quiser.

Engraçado mamãe (falou o papai para a vovó) é que ele não queria nos vender a casa de maneira nenhuma, mas depois foi ponderando, fomos conversando e ele aceitou uma oferta.

Vovó virou para as crianças, piscou o olho e falou assim: Viram como foi bom orarmos juntos?
A casa que eles tanto adoravam seria agora deles para toda a vida e eles poderiam passear e correr a qualquer hora. Poderiam visitar o pomar, ir a praia admirar o jardim e as flores. Como Deus é bom. COMO É BOM ORAR!

Avaliação: Pedir a cada uma das crianças para fazer uma prece no caderno.

Aula: Páscoa

Incentivação Inicial: ir puxando questionamentos acerca de : vocês ganham ovos de chocolate?Quando? vocês sabem o que é Páscoa? O que significa a Páscoa? Bom, hoje vamos tentar entender o sentido da Páscoa

Vou contar para vocês a história do Carlinhos, que era um menino muito legal, mas vivia pensando só em ganhar ovos de chocolates.

*Contar a história:

História de Páscoa

Carlinhos chegou à escola todo feliz:

-Oba! Na próxima semana é o Domingo de Páscoa: que bom, vou ganhar muitos ovos de chocolate !

- Você sabe o que é Páscoa, Carlinhos? - perguntou-lhe a professora.

- Bem - disse ele - acho que é o dia em que nós ganhamos ovos de chocolate do coelhinho da Páscoa, não é?

- Não, Carlinhos, não é isso não. Vamos ver se nós aprendemos hoje o que é a Páscoa.

"Há muito tempo, quando só se conheciam as civilizações antigas, os judeus comemoravam a entrada da primavera, pois era uma época em que os campos se enchiam de flores, o pasto ficava verdinho, anunciando que em breve se poderia fazer a colheita dos frutos, cereais, que iriam garantir o alimento para toda população. Nessa época também os rebanhos aumentavam. Nasciam muitos carneiros, ovelhas e outros animais; por isso os pastores comemoravam com muito amor a chegada da primavera e eles davam a esta festa o nome de Páscoa.

Muito mais tarde, na época de Jesus, ela teve outro significado para o mundo cristão.

Nós sabemos que Cristo, que veio pregar o amor entre as pessoas, não foi compreendido pela maior parte da população e pelos reis da época, motivo pelo qual foi crucificado. Ora, essa crucificação aconteceu na época da Páscoa. Depois de ficar crucificado por três dias, quando foi retirado da cruz, Jesus foi enterrado em um local bem seguro, com uma pedra fechando a entrada deste local, para que o corpo não fosse retirado de lá, durante à noite, por seus amigos. Guardas tomavam conta do lugar, viram à noite que a terra estremeceu e de dentro do lugar onde estava a pedra, Jesus apareceu, conforme havia prometido, que ressurgiria dos mortos, ao 3º dia, provando assim que a vida que Deus nos dá é eterna.

Quando souberam, todos os seus amigos ficaram muito felizes, e como era época das festas de Páscoa (ou festa da primavera) deram a esse fato o nome de Páscoa da Ressurreição, que é comemorada todos os anos pelos cristãos por algumas religiões.

- Tudo bem professora. Mas o que o coelho e os ovos têm a ver com tudo isso?

- Vou tentar explicar, Carlinhos. Como você sabe, o ovo é o símbolo da vida. É através dele que todos os animais nascem e se reproduzem. Você já viu quando a galinha choca como nascem os pintinhos que mais tarde serão galos e galinhas também. Com este símbolo temos a representação da Vida Eterna, que foi como Jesus sempre pregou.

- Mas estes ovos que a senhora falou não são de chocolate.

- Certo! Você tem toda razão. Acontece que antigamente para comemorar a Páscoa, as pessoas presenteavam ovos verdadeiros de aves cuja casca era pintada com muito carinho para servir de enfeite e lembrança para a pessoa a quem eram ofertados; porém, esses ovos tinham a desvantagem de se quebrarem e se estragarem com facilidade.

Com a vinda da era moderna, os homens resolveram comercializar a idéia e assim produziram ovos de Páscoa de chocolate, de açúcar, porcelana, alumínio e outros materiais que serviram para conservar a idéia do ovo, com facilidade e vantagem para comemorar a Páscoa da Ressurreição.

- E o coelho?

- Bem, o coelho é o animal que representa o símbolo da fertilidade e que passou a ser o divulgador da notícia da ressurreição do Cristo por ser um animal esperto, rápido e que nos traz sempre a idéia de alegria e felicidade. Assim sendo, juntaram-se as duas figura Coelho + Ovo de chocolate e crianças ficaram felizes no dia da Páscoa, muitas vezes sem saber o significado desse dia.

- Tem razão professora - disse Carlinhos - eu mesmo não sabia nada disso e achava que o Domingo de Páscoa era o dia em que o coelhinho vinha trazer ovos para a gente. Agora sei da história, já não vou me importar, se não receber nenhum ovo. Chocolate posso comer qualquer dia, mas a lição da Ressurreição de Jesus é um motivo que devo guardar em meu coração e ficar muito feliz por ter acontecido. Espero que no próximo Domingo de Páscoa eu possa comemorar o amor que Jesus nos ensinou com todas as pessoas que conheço.

- Muito bem Carlinhos, porém lembre-se que essa lição é para todos os dias de nossas vidas. Nós devemos amar sempre aos nossos semelhantes. Nos dias de festa, nos dias comuns, nos dias alegres e até nos dias tristes, porque quando respeitamos e amamos as pessoas, nós somos felizes e isso é o que Jesus deseja para todos: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo" .


4 . Atividade final

Desenhar em uma folha, a metade de um ovo, a parte de baixo. Em outra folha, a outra metade, a de cima. Em ambas, pedir às crianças que coloram bem bonito. Depois pedir que pensem na vida delas. O que precisam fazer renascer dentro delas e no seu di-a-dia (carinho, compreensão, estudo, disciplina, humildade, caridade, etc) e pedir para escreverem acima da metade de baixo do ovo colorida.

A parte de cima do ovo, na outra folha, será recortada e "colada" somente na ponta de cima, em cima da parte de baixo do ovo, ou seja, onde elas escreveram, de forma que possam "abrir" o ovo e ler o que tem dentro.

Obs: Levar fig. Sobre o tema, para colorir caso ocorra de alguma criança que não saiba escrever estiver presente . Se as outra quiserem, também receberão

* Oração final


OBS: a história foi retirada do site da cvdee


História: Lição da floresta



        A Floresta Azul é um lugar muito bonito. Há muitas árvores, grandes e pequenas, flores coloridas por todos os lugares. Lá moram muitos animais mas, ultimamente, quase não se vê ninguém brincando na Floresta ou passeando no lago.
         O Leão, Rei da Floresta, um dia saiu para visitar alguns amigos. Logo ele percebeu que seu reino estava triste e que todos pareciam muito ocupados. Chamou sua Ministra Coruja e perguntou o que estava acontecendo.
         - Estão todos ocupados, preparando chocolates e ovos para a Páscoa.
         O Rei não entendeu, afinal, para ele a Páscoa não era feita apenas de chocolate, mas de união e alegria.
         Ele resolveu, fazer uma reunião e chamou todos os animais da Floresta. Vieram todos, incluindo a Dona Onça, Seu Jacaré e a Preguiça, que chegou atrasada, mas veio.
         - Meus caros amigos, disse o Rei, acho que estamos esquecendo do verdadeiro significado da Páscoa. Alguém sabe o que comemoramos nesta data?
         - Comemoramos o coelhinho com chocolates, disse o Macaco rindo. Mas logo parou, porque Dona Elefanta olhou séria para ele.
         - Lembramos o aparecimento de Jesus, em espírito, provando que o espírito continua vivo após a morte do corpo físico, ensinou a Girafa.
         - É verdade disse o Rei Leão. Podemos até trocas presentes, mas isso não deve ser o mais importante.
         - O que realmente importa é ter atitudes de amor, amizade e paz para com todos - completou a Ministra Coruja.
         Todos entenderam que estavam preocupados demais com a festa, com os chocolates e que acabaram esquecendo de conviver com os outros animais e praticar as boas atitudes ensinadas por Jesus.
         Naquele ano, a Páscoa na Floresta Azul foi um momento muito especial, sem presentes, mas com muita alegria e amor entre os animais. Jesus, no plano espiritual, que tudo observava, ficou contente porque eles entenderam o significado da Páscoa.
  
No final da história, o Macaco entendeu o verdadeiro significado da Páscoa.


Com um lápis de cor preta, desenhe a metade que falta do macaquinho usando os quadrinhos como guia.



História: VOCÊ NÃO É UM , VOCÊ É TRÊS

D. Galinha Cocoricó
Ouviu seu pintainho perguntar ?
Manheeeeê .....Quem nasceu primeiro
O Ovo ou galinha ?

Ora, ora  pinta -pintinho
Me responda você .
Quem fez o ovo e a galinha
E também  o gato , o cão , a flor , e as criancinhas  ?

Pinta-pintinho nisso não pensou
Como teria sido toda aquela Criação .
Certamente  alguém muito poderoso
Mas quem ? Você já imaginou ?

Já ouviu falar em DEUS ?
Pois  Ele é o ínicio  de todas as coisas .
Inteligencia  Suprema , que tudo criou
A partir de seu próprio principio ,
Uma energia sem fim ,
Fez tudo o que existe ,
Desde o Sol  e o Universo
Até  os  bichinhos  do jardim.

Nos  seres essa energia se chama  ESPÍRITO
Para alguns também  ALMA
Ele é o verdadeiro SER
É Ele quem nos fazer  VIVER

Pinta -Pintinho  olhou sua cor  amarelinha
E disse : Isso é minha alma ?
Apontando  suas peninhas.

Não , isso é seu corpinho
Ele é a sua casca ,
Que te protege na sua encarnação
E te leva aonde você for
Até o fim da sua missão .

- Então eu sou como o ovo ,
Tenho casca ?
E meu espírito é  a gema  ?
E a clara , eu tenho também ?


Calma, calma , seu falante !
É mais ou menos assim ,
Deus te deu como o ovo , uma casca
Que é seu corpo ,
Te deu uma “clara “ também .

É o seu PERISPIRITO .
Um envoltório que liga o seu PENSAMENTO
Que é o seu ESPÍRITO
Com o seu CORAÇÃO que é o seu CORPINHO .
Ele  registra  suas emoções, suas impressões e também suas ações
e tem o mesmo formato que você  Pinta - Pintinho .
Só que não aparece , assim como a clara é também  transparentinho.

E a gema ?
Essa é realmente o PRINCIPIO DA VIDA ,
Não foi  dela que você  nasceu ?
Então quem ela representa na nossa explicação ?

-Já sei , disse o emplumadinho .
Ela é o como o ESPÍRITO
Quem dá a  VIDA , o FRUTO DA CRIAÇÃO .

Isso significa que a VIDA nunca se acaba
Pois o que quebra é a casca ,
O resto está sempre em transformação
Ora é o ovo , ora é a galinha
Isso é EVOLUÇÃO.
E quando a casca se quebrar
A vida vai continuar .
E cada vez melhor nós vamos ficar .

Muito bem , Pinta -Pintinho
Você entendeu a lição
Diga lá agora  sabichão,
Logo o que entendeu.

O Pintinho  gritou   feliz
Todo prosa  e  cheio de razão .
- Agora é a minha vez ...
- EU NÃO SOU UM , EU SOU TRÊS.

(autora: Paty Bolonha - 21/09/2005)

História: A Lição de Doguinho




Doguinho é um cãozinho preto com pintas brancas. Ele mora com seus pais, dona Pintada e

seu Preto, em uma casa com um bonito jardim.

Doguinho não é um cãozinho obediente. Sempre reclama para ajudar nas tarefas do lar e
nunca quer tomar banho.

Dona Pintada sempre diz:
- Você precisa tomar banho, filho. Se ficar sujo vai adoecer e encher-se de pulgas!

Mas ele não obedecia. Achava que seus pais não tinham razão, reclamava e se escondia em
baixo da cama!

Um dia Doguinho resolveu fugir. Pensou: “Se eu fugir não terei mais que tomar banho, nem
obedecer à ninguém.”

E fugiu. Andou muito, encontrou outros cachorrinhos e brincou o dia todo. Quando anoiteceu
seus novos amigos foram para casa e Doguinho ficou sozinho, em um lugar estranho, sem ter para
onde ir. Quis voltar para casa, mas estava perdido. Com fome e frio, latiu muito, reclamou, mas
ninguém lhe deu atenção.

O cãozinho pensou em sua cama quentinha, no carinho de seus pais e se arrependeu de ter
fugido de casa. Sentou em um canto da calçada e, com medo, chorou baixinho. Lembrou-se, então,
de fazer uma prece, pedindo a Deus que lhe ajudasse a voltar para casa.

Pouco tempo depois, ouviu um latido:
- Doguinho! Doguinho!

Eram seus pais, procurando por ele. Doguinho ficou muito feliz em vê-los. Agradeceu a Deus
pela ajuda e abraçou-os forte. Prometeu ser um filho obediente e nunca mais fugir de casa.

AULA: LEI DO TRABALHO

A - INTRODUÇÃO

- Pedir que, rapidamente, selecionem três coisas que estejam vendo no local.

- Iniciar o diálogo, perguntando se sabem onde foram feitos os objetos enumerados e como é chamado o profissional responsável pela sua produção. (ex. mesa=marceneiro, espelho=vidraceiro, etc...)

- Comentar que o trabalho torna o mundo melhor e mais bonito; tudo que nos rodeia é para o bem de todos e foi feito por muitas pessoas: os móveis, nossa roupa, o pão, a manteiga, o doce que comemos.

Obs. Podem também ser levadas fotografias ou recortes de revistas e jornais para exemplificar.



B - DESENVOLVIMENTO



* Narrar o caso : "A PESQUISA"

Havia um vilarejo incrustado no alto de uma bela montanha. Lá, a vida era regada a privilégios, isto é, as pessoas desfrutavam de boa saúde, de longevidade. Não era raro os velhos atingirem idades avançadíssimas, com muita disposição e alegria. As mulheres eram férteis e vistosas. Os homens, fortes e viris e as crianças, espertas e lépidas.

Já no sopé da mesma montanha, apesar do ar puro, das cachoeiras, dos rios e da mata densa, um outro vilarejo era decisivamente o oposto do primeiro. As pessoas morriam cedo; raramente alguém conseguia atingir setenta anos. Os homens eram mal-humorados e molengas. As mulheres, esquálidas e frágeis. As poucas crianças eram desnutridas e aparvalhadas.

Um viajante, que fazia pesquisas sobre o comportamento humano, intrigado com a diferença entre os dois povos de vilarejos vizinhos, resolveu ficar uma temporada num e outro, para estudar o fenômeno. Primeiramente, instalou-se em uma pousada no povoado do alto da montanha, observando e anotando tudo em seu diário.

Aqueles montanheses levantavam-se cedo antes do sol nascer. Alimentavam-se e começavam a trabalhar. Os lenhadores iam cortar lenha, empilhar, aparelhar; os agricultores iam arar, semear, plantar e colher; os pastores iam cuidar das ovelhas, alimentado-as e levando-as ao rio. E havia os que cuidavam do gado leiteiro, das aves, etc... e ainda os tapeceiros, os oleiros, os artesãos.

As mulheres cuidavam da casa, da fabricação de pães, dos bordados, da tecelagem. E até as crianças trabalhavam! As maiores fabricavam manteiga e pães, e as menores varriam a casa, cuidavam das plantas e dos animais domésticos, claro, sempre depois da escola e ainda sobrava tempo para brincar e serem crianças. Enfim, era um povo decididamente trabalhador que, com essa conduta, exercitava a mente e o corpo, recebendo, em troca, a saúde e a alegria para todos.

Quando, porém, o estudioso foi avaliar o comportamento do povo do sopé da montanha, encontrou pessoas que só se levantavam quando o sol já era alto e que plantavam somente o essencial para não morrerem de fome; que passavam horas a fio deitadas em redes, à sombra das árvores, em longos cochilos. Esqueciam-se de cuidar do gado e perdiam, frequentemente, várias cabeças.

- Plantar dá muito trabalho. - diziam eles ao estudioso - Nós preferimos comer as frutas da estação!

- E quando não é época de frutas? - indagou o pesquisador.

- Então, plantamos um pouco de milho e comemos.

Com essa procedimento preguiçoso, sem exercitarem o corpo e a mente, iam adquirindo enfermidades advindas da inércia, da inatividade, e transformando-se, aos poucos, em um povo derrotado.

O trabalho é uma lei da Natureza. Mesmo aqueles incapacitados para o trabalho físico devem usar o trabalho mental e espiritual, procurando, sempre, uma maneira de ser a ferramento de serviço de Deus.

Trabalhar é ter saúde!

"Quem trabalha paga a vida que Deus lhe deu. Quem não trabalha rouba-a!"

Roseni Teixeira Pereira



* Solicitar que eles descrevam cada povo que habitava cada um dos vilarejos.

* Perguntar o que o pesquisador descobriu ?

* Fazer um cartaz com as diversas profissões existentes. (cartolina, cola, tesoura, jornais e revistas)

Idéia: Colar o objeto e ao lado a profissão que fez aquele objeto.

História: Greve geral

          Certo dia, Alex acordou e foi lavar o rosto. Percebeu que não tinha água. Resolveu comprar um pão fresco para o café. Desceu do prédio onde morava e reparou que o porteiro não tinha vindo. Ao chegar à calçada do prédio onde morava notou que o lixo não havia sido recolhido.

          Chegou na frente da padaria e reparou que estava fechada. Também o mercadinho ao lado estava com as portas fechadas.

          Voltou pra casa, pois precisava se arrumar para o trabalho. Quando entrou em casa, reparou que tudo estava uma bagunça. Chamou por Diva, a secretária, mas logo descobriu que Diva não tinha vindo trabalhar.

          Resolveu ir trabalhar. Seu trabalho era longe, caminhou até o ponto de ônibus que ficava a duas quadras. Notou que as lojas estavam fechadas. Quando chegou na parada, alguém lhe disse que hoje não passaria nenhum ônibus, pois a cidade toda estava em greve. Era uma greve geral.

          Tentou tomar um táxi e comprar um comprimido para dor de cabeça na farmácia, mas nenhum táxi passou e a farmácia estava fechada. Teve que ir a pé ao trabalho.

          Alex trabalha em uma fábrica que industrializa e embala leite. Quando chegou, Alex descobriu que nenhum de seus colegas havia ido trabalhar. Estava tudo fechado. Naquele dia, nenhum litro de leite foi embalado.

          Voltou para casa a pé, e no caminho viu que o hospital estava fechado e havia uma longa fila de pessoas doentes esperando o hospital abrir.

          Caminhou mais um pouco e reparou que as folhas das árvores faziam um tapete na calçada, tornando-a escorregadia. Também as ruas estavam cheias de folhas e de lixo.

          Lembrou-se no caminho, que estava quase sem dinheiro e resolveu ir ao seu banco. Mas nã0 conseguiu entrar porque os bancários estavam em greve também

          Voltou para casa, tentou ver televisão, mas não tinha luz.

         Que vocês acham que ele poderia fazer? (as crianças respondem).

         Mas não foi isso que aconteceu.

         O que aconteceu a seguir foi que ele ouviu um grande barulho: TRRRRRIIIIMMMM!!

         Ele estava sonhando. Acordou. Mas ele aprendeu uma grande lição. Qual foi? (as crianças respondem).



Obs.: a história foi contada com a interferência dos evangelizandos de uma maneira bastante divertida, que envolveu a todos. Na parte final (O que aconteceu a seguir foi que ele ouviu um grande barulho: TRRRRRIIIIMMMM!!), sugere-se que o evangelizador leve um despertador daqueles bem barulhentos e acione. O efeito foi bem interessante e as crianças gostaram. Mesmo que alguma criança adivinhe no meio da história que o personagem estava sonhando, o evangelizador não deve revelar, e sim aproveitar a resposta da criança ao final.

     
Segundo momento: conversar com as crianças sobre as lições da história.

  Que todas as profissões são importantes e necessárias.

  Que as profissões estão ligadas entre si, dependendo umas das outras (e se o médico tivesse que fazer o pão pra comer, costurar o próprio sapato, fazer seus móveis? Ele não teria tempo para estudar e atender seus pacientes).

  Que ninguém vive sozinho, umas pessoas precisam das outras, por isso vivemos em sociedade.

História: Parábola do Semeador comentada

D. Filó Sophia comenta as Parábolas de Jesus

 Parábola do Semeador

 Com todo aparato, chapéu e ancinho

Um belo canteirinho, D. Filó vai fazer,

Um solo bem preparado, úmido e bem adubado,

Para que nenhuma semente venha a se perder.
Jesus, o fiel jardineiro que neste mundo só amor semeou, encontrou muitos solos diferentes, lançou  a boa semente mas infelizmente  não foi em  todos que ela cresceu e brotou.

Mas quais foram os solos que Jesus encontrou  ?

 O Solo seco e duro que com a frieza do egoísmo sua semente rejeitou .

O solo cheio de pedras e ambição que resistiu e a  semente sufocou.

O solo fétido e lodoso que ignorando a sua condição rude a semente afogou.

O solo rico e fecundo que recebeu com felicidade a Semente do amor para o mundo, regada pela água da justiça e pela  luz da caridade.

 No solo do coração da humanidade, muitas dificuldades a sementinha encontrou, mas isso não era inesperado e Jesus até achou natural , pois sabia que viria com uma grande missão de transformar esses solos, pelo exemplo de Sua moral.

 Pelas mãos que o Evangelho trouxeram para aos solos endurecidos oferecer.

Pois que Dele ainda possam nascer lindos jardins,

Enriquecendo com esse adubo o seu solo,

para que ofereças sempre belas rosas de paz e perfumes de jasmins.



Vocabulário

Aparato – brilho, grandeza

Canteiro – porção de terreno ocupado por flores ou hortiças

Canteirinho – canteiro pequenino

Adubo - fertilizante  

História: Economia de água

Ana Luísa era uma menina linda, bem educada, responsável e amada por todos. Embora tivesse apenas seis anos, já era independente e fazia sozinha seus deveres, tomava seu banho sem reclamar e ajudava sua mãe arrumando sua cama e guardando os brinquedos. Ela também cuidava de seu irmãozinho Lucas, um lindo bebê de olhos azuis.

Um belo dia Ana Luísa recebeu um convite de sua tia Clara para passar um final de semana em Porto Alegre, na casa de vovó Letícia. Ana ficou muito contente, porque além de visitar sua avó, ela iria passar um final de semana com suas primas Tassiane e Talita, que ela adorava.

Ana ajudou a mãe a arrumar as malas, e nem dormiu direito na noite anterior à viagem, pois estava muito contente porque iria viajar.

Mãe e filha fizeram uma ótima viagem. Elas observaram a beleza da natureza, as lindas paisagens e o belo dia ensolarado que fazia. Agradeceram a bondade de Deus, que criou a natureza, as flores e as árvores que embelezavam o caminho na viagem.

A chegada na casa de vovó Letícia foi festiva, com muitos abraços. Enquanto matavam a saudade e contavam as novidades, todos degustavam um gostoso lanche preparado por vovó Letícia. Quando terminaram de comer, a avó foi lavar a louça. Quando Ana começou a secar a louça, ela reparou que a avó lavava a louça com a torneira fechada, só abrindo para enxaguar, ao contrário de muitas pessoas, que costumam lavar a louça com a água escorrendo o tempo todo.

Logo as primas começaram a brincar, houve troca de presentes e as conversas e o barulho tomou conta da casa.

À noitinha, todos estavam cansados, e quando chegou a hora de dormir, Ana Luísa ajudou a arrumar as camas.

Quando tia Clara disse que era hora de tomar banho e dormir, as primas Tassiane e Talita protestaram, pois queriam brincar mais um pouco. Ana Luísa, ao contrário, logo foi tomar banho, sem reclamar.

A avó ligou o chuveiro e saiu do banheiro, pois Ana sabia tomar banho sozinha. Ela se deliciou com a água quentinha e cantarolou canções enquanto se ensaboava. Já fazia uns vinte minutos que a menina estava tomando banho quando sua avó abriu a porta do banheiro e disse:

- Este banho está muito demorado! Está indo muito água fora!
Ana Luísa estranhou, pois sempre tomava banhos demorados. A avós explicou, então, que devemos economizar água para que ela não falte no futuro. Se todo mundo economizar água tomando banhos mais rápidos e desligando o chuveiro enquanto se ensaboa, não vai faltar água para beber no futuro.

A conversa continuou depois do banho, quando a avó explicou que devemos cuidar dos rios, não poluindo, nem jogando lixo, para que tenhamos água sempre.

Ana Luísa prestou muita atenção no que a avó ensinou, e mudou sua maneira de tomar banho: agora seus banhos eram mais rápidos e com economia de água! E ela também entendeu que deve deixar a torneira fechada enquanto se ensaboa a louça e se escova os dentes.

O final de semana foi muito divertido e quando Ana retornou para casa, contou ao seu pai e aos amigos sobre a viagem, o quanto se divertiu e também sobre o que aprendeu sobre a importância de se economizar água e preservar os rios. Falou da beleza das cachoeiras, de como é bom tomar banho de piscina e tudo de bom que a água proporciona. Mas também lembrou como seria difícil viver sem água e como ela é importante para a saúde e o bem-estar de todos.

Ana Luísa também conversou com a secretaria de sua mãe para que ela economizasse água quando lavasse a louça e a roupa e pediu que ela não deixasse as torneiras pingando.

Aquela viagem para a casa da avó foi especial, porque Ana Luísa aprendeu uma lição que serviu para toda a sua vida! E ela ensinou a muitas pessoas o que sabia sobre a água, e essas pessoas mudaram seus hábitos, ajudando a conservar a água do planeta.