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Atividade: Teatro de Natal O nascimento de Jesus

Encenação do nascimento de Jesus, através de crianças, costurada pela narração.




NARRADOR:
Há muitos anos atrás, em uma cidade da Galiléia chamada Nazaré, havia uma jovem que se chamava MARIA... jovem que tinha um coração bom e limpinho... e Deus escolheu Maria para ser a mãe do menino Jesus (aquele que seria o salvador)... Um dia, um lindo anjo, enviado por Deus, trouxe uma mensagem para Maria...e o anjo disse assim:


Uma criança, vestida de branco entra na cena, ergue os braços e os mantém erguidos enquanto o narrador fala:


"SALVE AGRACIADA, O SENHOR ESTÁ CONTIGO: BENDITA ÉS TÚ ENTRE AS MULHERES - NÃO TEMAS!!! PORQUE ACHASTE GRAÇA DIANTE DE DEUS,... EIS QUE DARÁ A LUZ UM FILHO E POR-LHE-ÁS O NOME DE JESUS, ESTE SERÁ CHAMADO FILHO DO ALTÍSSIMO, E O SEU REINO NÃO TERÁ FIM..."


Então um anjo mandou uma mensagem para José também... e o anjo do Senhor apareceu para José em sonho e lhe disse.:


Outra criança, representando José, entra e deita para dormir.


"JOSÉ FILHO DE DAVÍ, NÃO TEMAS RECEBER MARIA TUA MULHER, PORQUE O QUE NELA ESTÁ GERADO É O MESIAS, E DARÁ A LUZ UM FILHO E CHAMARÁS O SEU NOME JESUS, ...PORQUE ELE SALVARÁ O SEU POVO.. "


E José, confiou nas palavras do anjo, pois sabia que ele era enviado por Deus, e José amava a Deus, e tinha fé.


Passou-se algum tempo.... e agora a barriguinha de Maria já estava grande,... mas eles precisavam viajar para Belém, para alistar-se na cidade onde nasceram, pois esta era a ordem do Rei,... E lá se foram, José, Maria e o menino Jesus ainda dentro da barriguinha de Maria, iniciaram então uma longa viajem... Ao chegarem em Belém, encontraram a cidade completamente cheia de pessoas vindas de todas as partes para alistar-se alí... Maria cansada, e quase para dar a luz.... escorava-se em José, e lá iam os dois à procura de uma quarto ou um lugar onde Maria pudesse descansar um pouco,... mas era inútil a procura,... ...tudo lotado, as hospedarias estavam cheias, e todos diziam: "NÃO HÁ LUGAR" quando em uma certa hospedaria alguém falou,...


2 ou 3 meninas representam a hospedaria; podem varrer o chão e tirar o pó de um canto do "palco".


... TALVEZ TENHAMOS UMA LUGARZINHO AQUI NA ESTREBARIA,... TALVEZ AQUI DÊ PARA VOCÊS DESCANSAREM UM POUCO...... É SÓ O QUE PODEMOS LHES OFERECER....."


E lá foram para estrebaria (lugar onde ficam os animais)... ERA O ÚNICO LUGAR, UMA SIMPLES E HUMILDE ESTREBARIA, e Maria, alí na estrebaria deu a luz, ao menino Jesus, o Salvador ...


E lá no campo, estavam os pastores, cuidando de seus rebanhos, quando um anjo lhes apareceu... e lhes deu a notícia do nascimento do menino Jesus, o Messias, o perfeito filho de Deus... E lá foram os pastores, ao encontro do menino Jesus; que alegria deveriam estar sentindo em seus corações, deixaram para trás o cansaço e saíram apressadamente....


Em um outro lugar, Deus mandava que uma estrela, guiasse também os Reis Magos até Belém, para que encontrassem o menino Jesus e o adorassem... e a estrela ensinou-lhes o caminho...


- Agora sim, estava completa aquela linda noite.... José, Maria, os pastores e os reis magos, ah... sem contar os animaizinhos, todos adoravam ao menino Jesus, deitado em uma simples manjedoura, mas que seria o Salvador ...


FIM: "JESUS NASCEU, ASSIM SE FEZ A NOITE DE NATAL"


As crianças cantam "Noite Feliz".

Atividade: Teatro de Natal A Estrela do Oriente

A Estrela do Oriente

Uma enquete de natal, onde personagens da época contam um pouco do que viram e sentiram, mixado com ações de então, fatos da vida de Jesus.
Anjo, Pastor, Mago, Maria, Madalena, paulo...

 Narração: Antes eram trevas. A humanidade caminhava pela face da terra, sem esperanças e sem uma alegria verdadeira. O homem, pelo pecado, estava separado de Deus. Vida e morte eram enigmas insolúveis e o ser humano não tinha uma direção espiritual. A sua trajetória era dolorosamente vazia. Onde estaria a solução para o homem? Onde a resposta que aliviasse o desespero das nações?

Entra em cena uma criança vestida de Anjo Protetor e Ora perante ao público.

Narrador:“Não temais. Eis que vos trago boas novas de grande alegria que será para todo o povo. Pois na cidade nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”

Sai o anjo entra um pastor com suas ovelhinhas olhando para o público, sorri e acaricia as ovelhas:

Narrador: Um anjo! E dirigiu-se ao pastor, um pobre homem dos campos! Obrigado, Senhor, por esta grande alegria: nasceu Jesus, o prometido das nações, o Príncipe da Paz, de que falaram as Escrituras. Agora, finalmente, o temos uma direção. A vida não será mais uma estrada escura e cheia de perigos. Nasceu Aquele que há de iluminar o caminho.
Preciso ir depressa a Belém ver isso que aconteceu e que o Senhor nos fez saber.


 Sai o pastor e as ovelhas e entra o Mago e olha para o céu!

Narrador:  Lá está ainda a mais bonita estrela que os meus olhos viram até hoje. Ela é magnífica e brilha desde o Oriente até o Ocidente e há de mostrar aos homens a direção da felicidade eterna. Espero que meus companheiros a tenham visto também e que procurem seguí-la. Aquele que não seguir o brilho da estrela estará perdido para sempre. Ah, nunca mais precisarei da magia para tentar encontrar a alegria. Agora que o Messias é nascido em Belém tenho certeza de conhecer o rumo certo para minha vida. Que noite maravilhosa! Muito obrigado, Deus Altíssimo!

Sai o Mago e entra o Apóstolo Pedro com uma rede de pesca na mão!

Narrador:  Não precisarei mais desta rede. Agora tenho uma missão tão importante: a de espalhar a boa nova da salvação para o mundo. O Mestre Jesus chamou a mim, Pedro, e a outros também, na mesma ocasião. Mas continua chamando até hoje, chama a você, a você... a todos chama continuamente para o seu trabalho que é o mais nobre de todos os trabalhos – o de conduzir as almas ao verdadeiro caminho que leva à vida eterna. Não deixe de ouvir o chamado de Cristo que começou na noite de Natal, na manjedoura em Belém.

Sai o Apóstolo Pedro e entra Maria e sorri para o público!

Narrador: Meu nome é Maria, irmã de Marta e Lázaro. O brilho da estrela iluminou de modo tão intenso meu coração que nunca desejei afastar-me da presença de Cristo Jesus. Estar junto a Ele, ouvir-lhe os ensinamentos era para mim a maior felicidade. Não esqueçam, todos vocês: “Aquele que crê em Jesus Cristo ainda que esteja morto, viverá”

Sai Maria e entra Paulo, o Apóstolo.

Narrador:  Sou Paulo, e antes de conhecer o imenso brilho da estrela, no caminho de Damasco, era conhecido como Saulo de Tarso. Eu era perseguidor dos cristãos, até que pude conhecer de perto o grande amor de Jesus, o nosso amado Salvador. A partir do meu encontro com a verdade, nunca mais deixei de levar adiante a mensagem de fé para humanidade. A Palavra de Jesus relata toda a minha trajetória, sem cansar-me, no intuito de fazer conhecido o caminho que é se espelhar em Cristo. Hoje, na noite de Natal, e em todos os dias. Ele está sempre conosco, até a consumação dos séculos.

Sai Paulo e entra uma samaritana.

Narrador: Fiquei conhecida através das Escrituras como a mulher samaritana. Eu morava numa cidade chamada Samaria e até ali chegou o brilho da presença de Jesus. Eu estava junto ao poço de Jacó quando Ele veio e, pedindo-me de beber, falou da água da fonte da vida, dizendo que se eu bebesse daquela água jamais voltaria a Ter sede. Eu deixei o meu cântaro e saí, então, anunciando a todos aquela verdade maravilhosa que possui meu coração. Oh, que hoje a doutrina Espírita possa saciar a sede na fonte cujas águas saltam para a eternidade.

Sai a samaritana.

Voz Oculta Masculina: “No primeiro dia da semana, muito de madrugada, Maria Madalena, juntamente com outras mulheres, foram ao sepulcro. Mas não encontraram o corpo de Jesus, que havia ressuscitado”.

 Entra Maria Madalena!

Madalena: Ele vive! Jesus Cristo. Encontramos no sepulcro um anjo, cujas vestes brilhavam mais do que o sol, mais do que mil relâmpagos, e ele nos disse que não procurássemos o que vivia entre os mortos. Oh, irmãos, que imensa alegria: o nosso Mestre Jesus venceu a morte para sempre! Não estamos mais sozinhos, tristes ou desesperados. Ele vive!... O menino da Manjedoura, o Rei dos Reis vive para sempre à destra de Deus, não é magnífico?ensinando a todos nós que a alma sobrevive ao corpo, ele é a prova.... Eu espero que esta noite de Natal encha de estrelas cada coração, em luzes lindíssimas que os conduzam à eternidade em Cristo Jesus.

 Entra todos os personagens e se abraçam.

Narrador:  Agora, irmãos, vamos todos nos cumprimentar e abraçar uns aos outros, alegres pelo nascimento de Jesus, na manjedoura em Belém.

História: A Batata


Augusta estava muito chateada porque Lívia havia perdido um DVD que levou emprestado. Embora a menina já
tivesse pedido desculpas, Augusta não queria brincar com ela. E, para completar, disse que não perdoava e que não
queria mais falar no assunto.
A mãe de Augusta, Dona Luísa, não entendia como uma amizade tão antiga e tão bonita poderia acabar, de
repente e por um motivo qualquer. Sugeriu então:
- Vamos fazer o seguinte: enquanto você estiver magoada com sua amiga, você vai carregar esta batata pra
todo lado. Ela será sua nova amiga.
Augusta concordou, contando que não precisasse desculpar Lívia, pois achava que assim daria uma boa lição
na garota. Passou então a carregar a batata pela casa. Quando foi tomar banho, lavou a batata, colocou perfume e
até desenhou uma carinha na nova amiga.
No outro dia, antes de ir para a Escola, a mãe perguntou:
- Vai falar hoje com sua amiga Lívia?
- Nem pensar... – respondeu Augusta.
- Então leve a batata para a Escola. – disse firmemente a mãe.
Augusta achou estranho, mas no meio da mochila, ninguém ia perceber. Durante o intervalo, lembrou que Lívia
era uma amiga muito legal. Teve vontade de desculpá-la, mas era orgulhosa: achava que estava certa e que a amiga
devia sofrer.
No dia seguinte a mãe argumentou que alimentar sentimentos ruins prejudicava somente a quem sentia. Mas
nada fazia Augusta mudar de idéia. E, conforme o combinado, enquanto não perdoasse a amiga, carregaria a
batatinha.
- Por mim tudo bem – resmungou a menina cheia de mágoa.
Porém, no terceiro dia, a batatinha começou a ter um cheiro esquisito. Perguntaram o que havia na mochila.
Augusta desconversou.
- Não dá mais! A batata está cheirando mal! – disse aflita ao chegar em casa.
- Mas foi você quem escolheu carregar mágoa – disse Dona Luísa.
- E o que isso tem a ver com a batata? – quis logo saber.
Então, calmamente, a mãe explicou que a batatinha simbolizava a mágoa que ela sentia pela amiga. E que os
sentimentos ruins não faziam mal à Lívia, mas sim à filha, que estava emitindo energias negativas, semelhante à
batatinha que cheirava mal.
- Quando apenas dizemos que perdoamos, mas não esquecemos o que nos magoou, é como guardar a
batatinha no guarda-roupa... Ficamos guardamos algo que só nos fará mal. Já pensou depois de um mês?
- Nem quero imaginar. Augusta finalmente compreendeu que ódio e mágoa são sentimentos que prejudicam
somente a quem os sente.
Depois dessa conversa, Augusta perdoou Lívia e esqueceu completamente o que aconteceu.
Ainda hoje, quando pensa em não perdoar ou guardar mágoa de alguém, lembra logo do cheiro ruim da batata
que carregou, e trata logo de perdoar a pessoa e esquecer o fato.

Aula: Perdão

Objetivo:
A criança deverá compreender que o perdão,. com esquecimento do mal, nos liberta de males que o rancor e o ressentimento provocam


Referências bibliográficas: Bases Evangélicas(Mateus, 5:43 e 44; 6:12; 18:21 e 22) , Bases Doutrinárias( ESE, cap 10: 1 a 15 e cap 12), Obras subsidiárias(Estude e Viva, cap 33)


Aula:
Incentivação Inicial: Diálogo. Quando um amiguinho nos bate, ou quebra um brinquedo nosso, ou pisa no nosso pé, a gente fica com raiva, né mesmo? A gente chora, fica de mal com ele, nunca mais quer fazer as pazes... mas,d epois, a gente esquece, a gente brinca de novo, Sabem por que? se a gente nao esquecer e perdoar os outros, acabamos ficando sozinhos... além do mais, a gente também costuma fazer umas coisas erradas.. e os outros nao nos perdoam? Hoje eu vou contar pra vcs a história de um garoto que era muito feliz... sabem por que? Ele sabia perdoar, ele esquecia logo quando faziam alguma coisa ruim com ele.

Desenvolvimento:  narraçao da história A Doença de Lulu


Material didatico: figuras correspondentes à narrativa da história - sauinhos de papel


Fixaçao: brincadeira - o evangelizador colocara nas cabecinhas das criancás saquinhos de papel, quando todos estiverem com as cabeças cobertas, ir poerguntando: - vcs acham bom ficar sem enxergar? aprece que a gente está sufocando, nao é? vai fazendo um calor... vamos ficar livres>? Vamos tirar os saquinhos da cabeça? Assim quando a gente fica mal com as pessoas, quando a gente nao eprdoa. Parece que ficamos presos, sem ar, parece que existe uma coisa atrapalhando... quando a gente desculpa os outros tudo fica melhor.
Vamos repetir a brincadeira? (enquanto as criancás estiverem com os saauinhos ir dizendo como é ruim dicar com raiva, etc; quando elas o tirarem comentar o alívio  que sentimos com o perdao)

OBS: Só usar saquinhos de papel. Saquinhos de pano ou plastico sao perigosos. Podem realmente sufocar a criança, pela dificuldade de serem retirados.

História: A DOENÇA DE LULU






José Renato
psicografada por Samuel Nunes Magalhães  




    O sol já declinara no horizonte. Vovó Amélia, reunida aos garotos, como de costume conversava sobre a vida.
    Zezinho comentava:
    _ Sabe, Vovó, hoje dois garotos brigaram na escola, por causa de uma bola.
    _ Ah! Mas isso é muito feio. Devemos sempre viver em paz com todos.
    _ Ora, Vovó, eles já trazem essa rixa de muito longe e por qualquer motivo estão se desentendendo - voltou a falar Zezinho, enquanto os outros garotos faziam sinal de assentimento.
    _ Bem. Se é assim, creio que a coisa se torna mais complicada, exigindo reparação  imediata. Lembremos o ensino de Jesus, que nos manda reconciliar com os nossos adversários, enquanto estamos a caminho com eles. Somente assim viveremos felizes e em paz.
    _ É, a professora de religião já falou do perdão, mas não adiantou muito. Quem sabe a senhora teria uma história  sobre o perdão para nos contar. Poderíamos, então,  contar prá eles e, talvez assim,  resolvessem acabar a contenda - comentou Lívia.
    _ Ah! Agora lembrei-me de uma história muito bonita e que fala sobre a lei do perdão. Fiquem em silêncio, que a contarei.
    E, após breve pausa, a Vovó, começou:  


  Esta é a história de Lulu, a lebre que morava na Floresta Alegre.
    Conta-se que outrora Lulu tinha uma grande plantação de cenouras. Ela mesma cultivava com muito esmero, dali tirando o seu sustento e de sua família.
    Todos colaboravam na sua preservação.
    Tudo aconteceu quando, um dia, Lulu foi colher cenouras para o almoço.     Notou que muitas delas haviam desaparecido, não sabia como.
    Recolheu a quantidade necessária para a refeição daquele dia e seguiu para casa de cenho franzido. Ficara preocupada. Quem teria retirado as cenouras?
    Na hora do almoço, toda a família reunida, indagou:
    _ Algum de vocês colheu cenouras, de ontem para hoje?
    Responderam negativamente.
    _ Pois alguém anda surrupiando nossas cenouras e precisamos estar atentos para impedir que isto volte a acontecer. Quem quiser cenouras, que as plante - acrescentou Lulu, visivelmente irritada.
    Todos os seus familiares resmungaram agitados  e descontentes, após suas palavras.
    Resolveram montar guarda na plantação, dali por diante. Por nenhum momento, esta deveria ficar sem os atentos olhos de algum deles.
    Os dias se passaram. Mas, apesar da vigilância cerrada, as cenouras continuavam desaparecendo.
    Lulu quase foi à loucura. Prometeu que ela mesma montaria guarda naquele dia, e assim o fez.
    Após muito esperar, já quase desistira.
    De repente, percebeu um pé de cenoura sendo rapidamente puxado para o interior da terra.
    Correu para ver quem era. Contudo, somente depois de mais quatro pés succionados, conseguiu divisar o invasor responsável. 
    Um pequeno filhote de lebre cavara um túnel subterrâneo e era quem estava lesando a plantação de Lulu.
    Entretanto, Lulu não quis saber se era filhote ou adulto; partiu para cima do intruso e o obrigou a devolver as cenouras, falando em seguida:
    _ Vá embora daqui e aprenda a trabalhar.
    _ Mas, Senhora ...- assustado, o filhote tentava argumentar.
    Lulu não o deixou prosseguir:
    _ Não me interessa o que você tenha a dizer. Só quero que abandone minha plantação, agora mesmo.
    Cabisbaixo e triste, este afastou-se derramando uma lágrima, que Lulu não chegou a perceber.
    Passaram-se os dias sem nenhuma novidade na plantação. Lulu, porém, não havia perdoado.  Guardando a mágoa dentro de si, adoeceu e,  pouco a pouco, o seu corpo  definhava, como se fosse o prelúdio de um fim próximo.
    Todos já temiam que tal pudesse acontecer, dado a fraqueza que a possuía, quando resolveram apelar para o Dr. Corujão, na esperança de que este solucionasse a enfermidade que a deixava abatida e em quebranto
    Às pressas, correram a chamá-lo. Este não se fez esperar.
    Chegando à casa de Lulu, depois de cumprimentar a todos, pediu para ficar a sós com a doente, a fim de examiná-la.
    Após alguns instantes, verificando que nada tinha de anormal no funcionamento de seu organismo, começou a conversar, no intuito de saber como tudo acontecera e desde quando estava assim.
    A enferma, sentando-se com dificuldades, disse ao Dr. Corujão tudo o que lhe tinha acontecido nos últimos meses.
    Quando Lulu se referiu ao incidente com o filhote de lebre, o Dr. Corujão, arqueando as sobrancelhas, falou:
    _ Ah! Minha amiga. A causa de sua doença é mágoa. Mágoa que você guardou no coração.
    _ Como assim? - perguntou Lulu, sem entender.
    _ Então você não sabe? A mágoa retida no coração aniquila não só as forças da alma, mas também compromete a saúde do corpo.
    _ Tem certeza? - argumentou a doente.
    _ Claro que tenho. Já vi casos assim antes; e, foi só o doente perdoar a quem o tinha ofendido para a enfermidade ceder lugar à saúde e à felicidade.
    _ E como posso fazer para perdoar? Não tenho forças para tanto.
    _ Faça o seguinte. Levante-se; dirija-se à plantação e colha o máximo que puder de cenouras. Em seguida,  leve-as ao seu adversário. Assim vai se sentir mais aliviada.
    _ Puxa! Mas, sequer sei onde mora o pequeno! – exclamou Lulu.
    _ Não se preocupe. Eu o localizarei.
    Apoiada na asa do Dr. Corujão, Lulu dirigiu-se à plantação, colhendo as cenouras como fora orientada.
    Enquanto isso, o Dr. Corujão saiu à procura do filhote de lebre. Informado de onde morava, partiu em busca de Lulu.
    Esta havia colhido cenoura suficiente para alimentar uma pequena família, por vários dias.
    Auxiliada pelo Dr. Corujão, nossa amiga foi até a residência do pequeno filhote, batendo palmas à entrada.
    Logo depois este surgiu, magro, sujo e com os olhos um tanto assustados. Confuso, falou, ao ver  Lulu:
    _ A senhora é a dona das cenouras, não é? Juro que não colhi mais nada  em sua plantação e, se o fiz naqueles dias, foi porque minha mãezinha está muito doente, impossibilitada de trabalhar. Eu não sabia o que fazer, pois não tenho pai, nem irmãos, e preciso cuidar dela.
    _ Sua mãe ainda está doente? - perguntou o Dr. Corujão.
    _ Está, sim. Acho que ela não resistirá por muito tempo, pois, além de muito enferma, quase não tem se alimentado. Mal tenho conseguido algumas raízes, insuficientes para reerguer-lhe o ânimo. Em virtude de sua doença, não posso cultivar nada. Tenho que estar constantemente ao seu lado.
    Lulu começou a chorar e, cheia de arrependimento, abraçou o pequeno filhote com tanto amor que ficou curada de repente. A partir daquele instante cuidou não só dele, mas de sua mãezinha, qual se  fossem familiares muito queridos.
    Com isso, em breves dias  a mãe do pequeno estava  restabelecida, ficando para todos a lição inesquecível do perdão das ofensas.
    Desde então, sentindo-se uma só família, viveram todos felizes, livres de mágoas e ressentimentos,.
    A Vovó silenciou, após o relato, dando ensejo a que os garotos assim falassem:
    _ Puxa, Vovó! Achamos que se contarmos esta história para os nossos coleguinhas, eles irão se reconciliar.
    _ É verdade. Aproveitemos a oportunidade, pois, precisamos combater o ressentimento com o amor que Jesus ensinou. Só assim, seremos realmente felizes.
    Naquela noite, com a permissão da Vovó,  as crianças ficaram conversando até tarde, e sentiam-se leves, felizes e serenas, com a lição recebida.

    “Perdoai para que Deus vos perdoe” 
                                                       Jesus


Atividade: Respeito ao Próximo

Tema: Respeito ao Próximo

Adaptável a todas as faixas etárias



1 – Respeitar o semelhante

 Cada indivíduo é especial, único; cada pessoa é diferente física e emocionalmente; Deus ama cada um como ele é; Deus empresta um corpo físico a cada espírito para aprender e evoluir durante a vida terrena; cuidados com o corpo físico.

 

Sugestões:

.Demonstrar como cada pessoa é diferente. Levar balança, fita métrica, espelho. Pesar, medir as crianças, fazendo com que elas anotem em uma ficha: nome, peso, idade, cor dos olhos, dos cabelos, coisas que gosta de fazer. Quando todos concluírem, integrar os dados obtidos, valorizando as diferenças.

.Desenhar o corpo físico em tamanho natural: em um papel pardo, as crianças, divididas em grupos contornam o corpo de um colega que deitou sobre o papel; depois desenham cabelos, olhos, mãos, pés, unhas, roupa.

.Cuidados com o corpo: esconder objetos pela sala, pedir para que as crianças achem e expliquem para que serve cada um. Pode-se utilizar escova de dentes, pente, xampu, sabonete, roupa de ginástica, remédio, comida, água , etc.

Atividade: Respeito a propriedade Alheia

Material: uma caixa de papelão sem o fundo, um retângulo de papel colorset ou duplex verde (do tamanho do fundo da caixa), papéis amassados, palitos de sorvete e pirulito, papéis de bala e chiclete saco plástico (se for saco de lixo pequeno, melhor ainda) e muitas flores de dobradura ou crepon.

1. Arrume previamente sobre a mesa o papel verde e a caixa de sapatos sem fundo. Comece a contar a história de uma pracinha que você conhece onde muitas crianças brincam, onde muita gente passa e onde todos jogam lixo no chão. Vá falando das pessoas e jogando o lixo correspondente dentro da caixa, ex: Lucas passou chupando picolé e, quando terminou o sorvete, jogou o papel e o palito no chão. Neste momento do conto, as crianças não estarão vendo o interior da caixa, só você. Quando terminar, pergunte quem quer ver como a pracinha ficou, no final do dia. Só então levante a caixa e mostre a sujeira.

2. Depois, continue a história: Um dia, porém, surgiu na praça uma turminha que precisava fazer um trabalho de escola. O trabalho devia propor alguma coisa para melhorar a comunidade em que viviam. E as crianças resolveram limpar a praça. Chegaram cedo com vassouras e sacos de lixo e foram catando todo o lixo espalhado (o que você irá fazendo, enquanto narra esta parte). Coloque a caixa de volta, escondendo a pracinha e conte que as crianças acharam a praça muito sem vida. Então, cada um foi à sua casa e trouxe uma mudinha de flor. João trouxe uma mudinha de flor vermelha (dizendo isto, coloque uma flor vermelha na praça)... Aninha trouxe várias mudas de flores amarelas... E assim, vá enchendo a pracinha de flores.

3. Conte que, enfim, a pracinha ficou muito diferente, muito mais bonita. Levante, então, a caixa e mostre a pracinha cheia de flores.

4. Eles, então, pensaram em confeccionar plaquinhas com dizeres como: Lugar de lixo é no lixo, Mantenha a pracinha limpa, Não pise na grama. Só que não tiveram tempo. Entregue cartolinas pequenas para que seus alunos confeccionem estas placas. Converse então sobre cada placa e suas possíveis conseqüências.


Fonte: Do livro- Filosofia espírita para crianças. Autor: Rita Folker, Ed. Gil.

Atividade: Ação e Reação



Atividade: Ação e Reação

Material: uma caixa de papelão sem o fundo, um retângulo de papel colorset ou duplex verde (do tamanho do fundo da caixa), papéis amassados, palitos de sorvete e pirulito, papéis de bala e chiclete saco plástico (se for saco de lixo pequeno, melhor ainda) e muitas flores de dobradura ou crepon.


1. Arrume previamente sobre a mesa o papel verde e a caixa de sapatos sem fundo. Comece a contar a história de uma pracinha que você conhece onde muitas crianças brincam, onde muita gente passa e onde todos jogam lixo no chão. Vá falando das pessoas e jogando o lixo correspondente dentro da caixa, ex: Lucas passou chupando picolé e, quando terminou o sorvete, jogou o papel e o palito no chão. Neste momento do conto, as crianças não estarão vendo o interior da caixa, só você. Quando terminar, pergunte quem quer ver como a pracinha ficou, no final do dia. Só então levante a caixa e mostre a sujeira.


2. Depois, continue a história: Um dia, porém, surgiu na praça uma turminha que precisava fazer um trabalho de escola. O trabalho devia propor alguma coisa para melhorar a comunidade em que viviam. E as crianças resolveram limpar a praça. Chegaram cedo com vassouras e sacos de lixo e foram catando todo o lixo espalhado (o que você irá fazendo, enquanto narra esta parte). Coloque a caixa de volta, escondendo a pracinha e conte que as crianças acharam a praça muito sem vida. Então, cada um foi à sua casa e trouxe uma mudinha de flor. João trouxe uma mudinha de flor vermelha (dizendo isto, coloque uma flor vermelha na praça)... Aninha trouxe várias mudas de flores amarelas... E assim, vá enchendo a pracinha de flores.


3. Conte que, enfim, a pracinha ficou muito diferente, muito mais bonita. Levante, então, a caixa e mostre a pracinha cheia de flores.


4. Eles, então, pensaram em confeccionar plaquinhas com dizeres como: Lugar de lixo é no lixo, Mantenha a pracinha limpa, Não pise na grama. Só que não tiveram tempo. Entregue cartolinas pequenas para que seus alunos confeccionem estas placas. Converse então sobre cada placa e suas possíveis conseqüências.




Fonte: Rita Foelker

Aula: Ação e Reação

Objetivo: Abordar a lei de ação e reação, demonstrando que não existe acaso ou injustiça na lei divina. Cada um de nós tem aquilo que merece. Aquilo que semeamos, colhemos.

Comecei a aula perguntando se eles acreditavam mesmo na bondade e na justiça de Deus, eles responderam que sim. Então eu disse, vcs sabem como Deus é tão justo e bom? Quando ele nos criou e nos enviou aqui para a Terra ele pensou... preciso impor uma lei para que os homens vivam em harmonia sem destruir a propriedade alheia, roubar, matar, então foram criadas as leis dos homens. Todos nós sabemos que as leis dos homens as vezes não é cumprida, e Deus já antecipando isso, pensou, tenho que criar uma lei maior a tudo isso e então fez a lei: Ação e Reação. A toda ação corresponde uma reação.

Esta lei funciona assim: tudo o que eu fizer de bom ou de mal, volta para mim da mesma maneira e intensidade, vamos entender.

Uma ação – comer muito, Uma reação – ficar com dor de barriga.

 Portanto tudo o que nos acontece é de nossa responsabilidade.

 Fiz um desenho na lousa, desenhei o sol, um matinho e dois meninos, o primeiro tinha sementes de limão e as plantou, passado o tempo necessário, a árvore cresceu e quando ele foi colher não gostou do resultado.

Um outro menino, plantou sementes de laranja, aconteceu o mesmo que o outro, a árvore cresceu e deu doces frutos.

 Relacione as sementes com nossas ações, o sol como Deus que nasce e brilha para todos e os frutos o resultado de nossas ações, serão bons ou ruins de acordo com as sementes (ações).

 Depois eu fiz duas colunas de cadeiras uma de frente para outra, apontava para uma criança e dizia, fale uma ação, por exemplo, jogar papel na rua e o outro grupo falava a (ou as) reações: enchente, poluição das ruas, cidade mais suja... e assim foram indo e as vezes eu interrompia para dizer uma ação, por exemplo mentir, roubar, desprezar amigos e coisas da realidade deles.

 Foi muito legal e produtivo.

 No final fazem uma afirmação 3x : SOU RESPONSÁVEL PELAS MINHAS AÇÕES.


Alvorada Cristã – pág. 414 e 149

Fonte: Desconhecida

História do Beto

 

         Hoje nós vamos ouvir a estória do Beto. O Beto era um menino muito legal. Todo dia o Beto brincava com os amiguinhos e com dois gatinhos que ele tinha. Quando chegava de noite, ele um tomava banho gostoso, jantava, escovava os dentes e ia dormir. Aí ele chamava a mãe assim: - manhê, vem orar comigo?

-         O Beto não sabia orar direito, mais ele adorava ficar com a mãezinha mais um pouquinho antes de dormir, porque ela ficava passando a mão na cabecinha dele, dando beijinho, fazendo carinho gostoso.

-         Mas naquela noite, o Beto ficou pensando, pensando e perguntou para a mãe:

-         O que é Deus mãe?

-         Deus é nosso papai do céu Beto.

-         Mas eu nunca vejo ele...

-         Não podemos ver Deus Beto, mas sentimos ele. Respira Beto!!

-         (o Beto respirou)

-         sentiu o arzinho entrando pelo seu nariz?

-         Senti mãe!

-         Deus, o nosso papai do céu, é assim, a gente não vê, mas sente.

-         E como é que eu vou saber se ele existe mesmo?

-         Olha em sua volta Beto! Quem fez esta cadeirinha? Essa porta? Esse desenho? A mesinha? Foi alguém, foi uma pessoa. Mas e o sol, a lua, os teus gatinhos? O mar, as estrelinhas do céu e todas as pessoas? Tudo que não foi feito pelo ser humano, foi feito por Deus, e é por isso que a gente sabe que Ele existe!!



Dinâmica de fixaxão :

- cada criança diz seu nome e uma criação de  Deus que mais gosta.



Aula: Bondade

Prece Inicial


Primeiro momento: Conversar com as crianças sobre o que é ser um homem de bem, procurar estudar a parte do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17- Sede perfeitos, o Homem de Bem e falar sobre todas as características.

Falar de bondade é falar em Deus, exaltar suas criações, sua imensa bondade perante a todos nós. É explicar as leis de ação e reação, suas consequências em ser uma pessoa de bem ou a prática do mal, da sintonia com espíritos de luz e com espíritos desequilibrados de má intenção. Da lei do Livre arbítrio. Fora da Caridade não há salvação.

Segundo Momento: Contar a história o Agradecimento da Flor.

Terceiro Momento: Realizar a Dinâmica do Pirulito.

Quarto momento: Realizar a atividade das Máscaras de Flores.

Prece final

Atividade: Máscaras de Flores

Material necessário: Cartolina (1 para cada 2 evangelizandos), canetinhas hidrocores e barbate ou

elástico para prender a máscara.

Cada um de nós é uma flor no jardim de Deus, vamos espalhar o melhor perfume que há em nós
para ajudar o próximo.

Vamos fazer máscaras de flor, Desenhe em 1/2 cartolina ou em 1 inteira se preferir, colorida
conforme o exemplo abaixo para desenhar as máscaras de flores.





Em cada pétala, pedir ao aluno que desenhe o evangelizando praticando uma atitude positiva com o
próximo. Cada aluno confeccionará sua própria máscara.

Ao final, tire uma foto da turma utilizando as máscaras e se possível faça cópias para cada um, para
entregar na próxima aula para ficar registrado e lembrar de ser uma flor no jardim de Deus.

História: O Agradecimento da Flor

Então a flor levantou a voz e falou:

·         Muito Obrigada, núvens, boas núvens! Vocês salvaram a minha vida.

E as núvens responderam:
·         Não agradeça a nós! Agradeça ao sol e ao vento. O sol, viu você morrendo e, por isso, chamou-nos no oceano. O vento ouviu você soluçando e, por isso nos trouxe para aqui.

A flor então virou-se para falar com o vento e o sol.

O vento curvou-se para a terra e parou por um momento para ouvir as palavras da flor.

E a flor novamente falou:
·         Muito obrigada, vento, Bom vento! Muito obrigada, sol, bom sol! Vocês salvaram a minha vida.

Mas o vento e o sol responderam:
·         Não agradeça a nós; agadeça a Deus. Ele é que viu você morrendo. Ouviu seus soluços e teve piedade de você. Nós apenas somos seus servos.

Então a flor ficou em silencio. Agitou-se, porém devagar, e perfumou o ambiente com o aroma das suas pétalas.

A flor agradecia, assim, a imensa bonadde e a infinita sabedoria de Deus.

Atividade: Dinâmica do Pirulito

Dinâmica: O Pirulito

Material: Meias calças usadas e 1 pirulito para cada evangelizando.


Cada evangelizando é amarrado com as meias de nilon, as mãos para trás, somente as mãos. O aluno ganha 1 pirulito com as mãos amarradas. Após todos estarem amarrados e com os respectivos pirulitos nas mãos, a profe pede que comam os pirulitos.

Logo, os evangelizandos vão perceber que não é possível comer o pirulito com as mãos amarradas para trás. Deixar até que um deles resolva pedir ajuda aos seus coleguinhas. Todos vão perceber que será possível comer o pirulito se alguém ajudar a abrir o papel e colocar na boca do colega.

Esta dinâmica serve para trabalhar com eles os sentimentos de solidariedade, bondade, caridade e egoísmo.

Após a dinâmica explicar aos alunos a passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 15 Fora da Caridade não há salvação de forma susinta e simples para a compreensão dos pequenos.

HISTÓRIA - COMO É BOM ORAR

Júlio e Lúcia moravam em uma bela casinha, perto de um bosque todo verde, que acabava numa praia de um mar azul e cheio de lindos peixes. Nessa praia e nesse bosque eles se divertiam a valer. Eles adoravam correr entre as árvores que perto da casa era um lindo jardim com flores multicores. Havia também uma variedade muito grande de plantas frutíferas. Eram mangas, laranjas Jabuticabas, e tinha até, duas frondosas jaqueiras. A mamãe sabia fazer doce da jaca, o que era uma delicia. Como era bom correr pelas campinas orvalhadas e colher as frutas do pomar.

E no mar e nas praias, era uma delicia nos dias de calor. Brincar na areia mergulhar nas ondas, sempre tão convidativas.

As vezes ficavam observando o salto dos peixes virando cambalhotas no ar. Aconteceu que há um mês eles não conseguiram sair, pois os seus pais tinham ido viajar e as crianças tinham ficado com a vovó que era velhinha, e não agüentava andar muito.

Lúcia ficava muito zangada por não sair mas Júlio gostava de ficar na janela admirando e sonhando com o dia de poder sair e passear novamente.

Vovó Ana, muito velhinha e paciente, ensinou aos meninos que em vez de ficarem aborrecidos por não saírem, deveriam orar e pedir ao bom Deus que ajudasse ao papai, resolver logo os negócios para poder voltar mais rápido.

Os dois atenderam os ensinamentos da vovó. Oraram pela manhã pedindo proteção para o papai, a mamãe, a avózinha tão amiga. À noite, agradeciam o dia calmo e bonito e pediam para que os pais voltasse logo.Com isso eles foram ficando mais alegres e passavam horas e horas combinando como seriam os passeios com papai.

Numa manhã azul, bateram a porta e as crianças correram para atender. Que alegria! Papai e Mamãe! Todos se abraçaram e foram para a sala. Sentaram-se pertinho uns dos outros e Papai falou assim: Sabem o que fomos fazer na cidade?

Fomos conversar com o dono da casa em que moramos. Ela não é nossa?(perguntou Lúcia) Não filha, é alugada, mas a partir deste mês será nossa se Deus quiser.

Engraçado mamãe (falou o papai para a vovó) é que ele não queria nos vender a casa de maneira nenhuma, mas depois foi ponderando, fomos conversando e ele aceitou uma oferta.

Vovó virou para as crianças, piscou o olho e falou assim: Viram como foi bom orarmos juntos?
A casa que eles tanto adoravam seria agora deles para toda a vida e eles poderiam passear e correr a qualquer hora. Poderiam visitar o pomar, ir a praia admirar o jardim e as flores. Como Deus é bom. COMO É BOM ORAR!

Avaliação: Pedir a cada uma das crianças para fazer uma prece no caderno.

Atividade: Prece



Aula: Páscoa

Amanhã é o Domingo de Páscoa: Alguém sabe o que é Páscoa?
Resposta provável: É o dia em que nós ganhamos ovos de chocolate do coelhinho da Páscoa.
Isso é o que nós pensamos, mas na verdade Páscoa não é isso não.. Vamos ver se nós aprendemos hoje o que é a Páscoa.
"Há muito, muito tempo, lá na terra onde Jesus nasceu, os judeus comemoravam a entrada da primavera, por ser uma época em que os campos se enchiam de flores e o pasto ficava todo verdinho, anunciando que em breve se poderia fazer a colheita dos frutos e cereais, que iriam garantir a comidinha pra todo mundo que morava lá.

Era nessa época também que animais mais cresciam. Nasciam muitos carneirinhos e ovelhinhas. Por isso os pastores comemoravam com muito amor a chegada da primavera, que na língua deles se chamava Páscoa.

Muito mais tarde, na época de Jesus, a festa da primavera ou páscoa, teve outro significado para o mundo cristão.

Nós sabemos que Jesus Cristo, veio pregar o amor entre as pessoas, mas não foi compreendido pela maior parte da população e pelos reis da época, e por isso foi crucificado. Ora, essa crucificação aconteceu na época da Páscoa. Depois de ficar crucificado por três dias, quando foi retirado da cruz, Jesus foi enterrado em um local bem seguro, com uma pedra fechando a entrada deste local, para que o corpo não fosse retirado de lá, durante à noite, por seus amigos. Guardas tomavam conta do lugar, viram à noite que a terra estremeceu e de dentro do lugar onde estava a pedra, Jesus apareceu, conforme havia prometido, que ressurgiria dos mortos, ao 3º dia, provando assim que a vida que Deus nos dá é eterna.

Quando os amigos de Jesus souberam que ele continuava vivo após ser crucificado, ficaram muito felizes, e como era época das festas de Páscoa (ou festa da primavera) deram a esse fato o nome de Páscoa da Ressurreição, que é comemorada todos os anos pelos cristãos".

Entenderam? Tá, mas e o coelho e os ovos? O que eles têm a ver com tudo isso?

Vou tentar explicar.
O ovo é o símbolo da vida. É através dele que todos os animais nascem e se reproduzem. Vocês já viram quando a galinha choca os ovos, como nascem os pintinhos que mais tarde serão galos e galinhas também?
Pois é, o ovo é usado na Páscoa para representar a Vida Eterna, que é o que Jesus sempre nos ensinou.
Assim, com o passar dos anos, para ficar uma festa ainda mais gostosa, os ovos que representam a vida eterna, começaram a ser feitos de chocolate.
E o coelho?
Bem, o coelho por ser um animal esperto, rápido e que nos traz sempre a idéia de alegria e felicidade, é utilizado como aquele que nos traz a notícia da vida eterna de Jesus Cristo.
Assim sendo, juntaram-se as duas figuras Coelho + Ovo de chocolate e crianças ficaram felizes no dia da Páscoa, muitas vezes sem saber o significado desse dia.
Então, agora que vocês já sabem a verdadeira história da Páscoa, quando ganharem seus ovinhos de chocolate amanhã, lembrem-se que Jesus é o verdadeiro motivo dessa festa, e que devemos guarda-lo sempre em nosso coração, comemorando com o papai, a mamãe, nossos irmãozinhos e amiguinhos, com muito amor, o que Jesus nos ensinou: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos."
Para complementar a aula:
Jesus está vivo!

Quando Jesus veio à Terra, Ele só fazia o Bem, praticava a Caridade, ensinava as pessoas e as criancinhas a se amarem porque Deus é Amor.
Jesus ensinava o Seu Novo Mandamento:
"Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei"


PERGUNTAR: O QUE É PÁSCOA MESMO?
(esperar as respostas e completar)
Páscoa é respeitar ao papai e a mamãe.
É ajudar à mamãe nas tarefas de casa.
É ajudar o papai também.
É guardar os brinquedos no lugar certo depois de brincar.
É repartir o que se tem com as outras pessoas.
Enfim, é saber ver a beleza das coisas que Deus criou e Jeus nos ensinou.



PERGUNTAR: O QUE NÓS, OS AMIGUINHOS DE JESUS PODEMOS FAZER PARA COMEMORAR A PÁSCOA?

(esperar as respostas e completar)
Devemos também mudar para melhor, ajudando uns aos outros, desculpando, amando, agradecendo, sendo também amiguinhos de todos, emprestando o que é nosso, não discutir, não brigar, não responder aos outros, não falar palavrões ou palavras feias...

ATIVIDADES:
- Cada um desenhar a sua mão escrevendo seu nome dentro e colar num papel pardo (se os papéis das mãos forem coloridos podem ser colados num papel branco), formando um grande cartaz com a palavra PÁSCOA - PASSAGEM DE JESUS PELA TERRA, ENSINANDO QUE A MORTE NÃO EXISTE E QUE A VIDA É ETERNA.

História: Lição da floresta



        A Floresta Azul é um lugar muito bonito. Há muitas árvores, grandes e pequenas, flores coloridas por todos os lugares. Lá moram muitos animais mas, ultimamente, quase não se vê ninguém brincando na Floresta ou passeando no lago.
         O Leão, Rei da Floresta, um dia saiu para visitar alguns amigos. Logo ele percebeu que seu reino estava triste e que todos pareciam muito ocupados. Chamou sua Ministra Coruja e perguntou o que estava acontecendo.
         - Estão todos ocupados, preparando chocolates e ovos para a Páscoa.
         O Rei não entendeu, afinal, para ele a Páscoa não era feita apenas de chocolate, mas de união e alegria.
         Ele resolveu, fazer uma reunião e chamou todos os animais da Floresta. Vieram todos, incluindo a Dona Onça, Seu Jacaré e a Preguiça, que chegou atrasada, mas veio.
         - Meus caros amigos, disse o Rei, acho que estamos esquecendo do verdadeiro significado da Páscoa. Alguém sabe o que comemoramos nesta data?
         - Comemoramos o coelhinho com chocolates, disse o Macaco rindo. Mas logo parou, porque Dona Elefanta olhou séria para ele.
         - Lembramos o aparecimento de Jesus, em espírito, provando que o espírito continua vivo após a morte do corpo físico, ensinou a Girafa.
         - É verdade disse o Rei Leão. Podemos até trocas presentes, mas isso não deve ser o mais importante.
         - O que realmente importa é ter atitudes de amor, amizade e paz para com todos - completou a Ministra Coruja.
         Todos entenderam que estavam preocupados demais com a festa, com os chocolates e que acabaram esquecendo de conviver com os outros animais e praticar as boas atitudes ensinadas por Jesus.
         Naquele ano, a Páscoa na Floresta Azul foi um momento muito especial, sem presentes, mas com muita alegria e amor entre os animais. Jesus, no plano espiritual, que tudo observava, ficou contente porque eles entenderam o significado da Páscoa.
  
No final da história, o Macaco entendeu o verdadeiro significado da Páscoa.


Com um lápis de cor preta, desenhe a metade que falta do macaquinho usando os quadrinhos como guia.



Figuras: Parábola do Bom Samaritano