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Atividade: Teatro de Natal O nascimento de Jesus
by Juliane
Encenação do nascimento de Jesus, através de crianças, costurada pela narração.
NARRADOR:
Há muitos anos atrás, em uma cidade da Galiléia chamada Nazaré, havia uma jovem que se chamava MARIA... jovem que tinha um coração bom e limpinho... e Deus escolheu Maria para ser a mãe do menino Jesus (aquele que seria o salvador)... Um dia, um lindo anjo, enviado por Deus, trouxe uma mensagem para Maria...e o anjo disse assim:
Uma criança, vestida de branco entra na cena, ergue os braços e os mantém erguidos enquanto o narrador fala:
"SALVE AGRACIADA, O SENHOR ESTÁ CONTIGO: BENDITA ÉS TÚ ENTRE AS MULHERES - NÃO TEMAS!!! PORQUE ACHASTE GRAÇA DIANTE DE DEUS,... EIS QUE DARÁ A LUZ UM FILHO E POR-LHE-ÁS O NOME DE JESUS, ESTE SERÁ CHAMADO FILHO DO ALTÍSSIMO, E O SEU REINO NÃO TERÁ FIM..."
Então um anjo mandou uma mensagem para José também... e o anjo do Senhor apareceu para José em sonho e lhe disse.:
Outra criança, representando José, entra e deita para dormir.
"JOSÉ FILHO DE DAVÍ, NÃO TEMAS RECEBER MARIA TUA MULHER, PORQUE O QUE NELA ESTÁ GERADO É O MESIAS, E DARÁ A LUZ UM FILHO E CHAMARÁS O SEU NOME JESUS, ...PORQUE ELE SALVARÁ O SEU POVO.. "
E José, confiou nas palavras do anjo, pois sabia que ele era enviado por Deus, e José amava a Deus, e tinha fé.
Passou-se algum tempo.... e agora a barriguinha de Maria já estava grande,... mas eles precisavam viajar para Belém, para alistar-se na cidade onde nasceram, pois esta era a ordem do Rei,... E lá se foram, José, Maria e o menino Jesus ainda dentro da barriguinha de Maria, iniciaram então uma longa viajem... Ao chegarem em Belém, encontraram a cidade completamente cheia de pessoas vindas de todas as partes para alistar-se alí... Maria cansada, e quase para dar a luz.... escorava-se em José, e lá iam os dois à procura de uma quarto ou um lugar onde Maria pudesse descansar um pouco,... mas era inútil a procura,... ...tudo lotado, as hospedarias estavam cheias, e todos diziam: "NÃO HÁ LUGAR" quando em uma certa hospedaria alguém falou,...
2 ou 3 meninas representam a hospedaria; podem varrer o chão e tirar o pó de um canto do "palco".
... TALVEZ TENHAMOS UMA LUGARZINHO AQUI NA ESTREBARIA,... TALVEZ AQUI DÊ PARA VOCÊS DESCANSAREM UM POUCO...... É SÓ O QUE PODEMOS LHES OFERECER....."
E lá foram para estrebaria (lugar onde ficam os animais)... ERA O ÚNICO LUGAR, UMA SIMPLES E HUMILDE ESTREBARIA, e Maria, alí na estrebaria deu a luz, ao menino Jesus, o Salvador ...
E lá no campo, estavam os pastores, cuidando de seus rebanhos, quando um anjo lhes apareceu... e lhes deu a notícia do nascimento do menino Jesus, o Messias, o perfeito filho de Deus... E lá foram os pastores, ao encontro do menino Jesus; que alegria deveriam estar sentindo em seus corações, deixaram para trás o cansaço e saíram apressadamente....
Em um outro lugar, Deus mandava que uma estrela, guiasse também os Reis Magos até Belém, para que encontrassem o menino Jesus e o adorassem... e a estrela ensinou-lhes o caminho...
- Agora sim, estava completa aquela linda noite.... José, Maria, os pastores e os reis magos, ah... sem contar os animaizinhos, todos adoravam ao menino Jesus, deitado em uma simples manjedoura, mas que seria o Salvador ...
FIM: "JESUS NASCEU, ASSIM SE FEZ A NOITE DE NATAL"
As crianças cantam "Noite Feliz".
Atividade: Teatro de Natal A Estrela do Oriente
by Juliane
A Estrela do Oriente
Uma enquete de natal, onde personagens da época contam um pouco do que viram e sentiram, mixado com ações de então, fatos da vida de Jesus.
Anjo, Pastor, Mago, Maria, Madalena, paulo...
Narração: Antes eram trevas. A humanidade caminhava pela face da terra, sem esperanças e sem uma alegria verdadeira. O homem, pelo pecado, estava separado de Deus. Vida e morte eram enigmas insolúveis e o ser humano não tinha uma direção espiritual. A sua trajetória era dolorosamente vazia. Onde estaria a solução para o homem? Onde a resposta que aliviasse o desespero das nações?
Entra em cena uma criança vestida de Anjo Protetor e Ora perante ao público.
Narrador:“Não temais. Eis que vos trago boas novas de grande alegria que será para todo o povo. Pois na cidade nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”
Sai o anjo entra um pastor com suas ovelhinhas olhando para o público, sorri e acaricia as ovelhas:
Narrador: Um anjo! E dirigiu-se ao pastor, um pobre homem dos campos! Obrigado, Senhor, por esta grande alegria: nasceu Jesus, o prometido das nações, o Príncipe da Paz, de que falaram as Escrituras. Agora, finalmente, o temos uma direção. A vida não será mais uma estrada escura e cheia de perigos. Nasceu Aquele que há de iluminar o caminho.
Preciso ir depressa a Belém ver isso que aconteceu e que o Senhor nos fez saber.
Sai o pastor e as ovelhas e entra o Mago e olha para o céu!
Narrador: Lá está ainda a mais bonita estrela que os meus olhos viram até hoje. Ela é magnífica e brilha desde o Oriente até o Ocidente e há de mostrar aos homens a direção da felicidade eterna. Espero que meus companheiros a tenham visto também e que procurem seguí-la. Aquele que não seguir o brilho da estrela estará perdido para sempre. Ah, nunca mais precisarei da magia para tentar encontrar a alegria. Agora que o Messias é nascido em Belém tenho certeza de conhecer o rumo certo para minha vida. Que noite maravilhosa! Muito obrigado, Deus Altíssimo!
Sai o Mago e entra o Apóstolo Pedro com uma rede de pesca na mão!
Narrador: Não precisarei mais desta rede. Agora tenho uma missão tão importante: a de espalhar a boa nova da salvação para o mundo. O Mestre Jesus chamou a mim, Pedro, e a outros também, na mesma ocasião. Mas continua chamando até hoje, chama a você, a você... a todos chama continuamente para o seu trabalho que é o mais nobre de todos os trabalhos – o de conduzir as almas ao verdadeiro caminho que leva à vida eterna. Não deixe de ouvir o chamado de Cristo que começou na noite de Natal, na manjedoura em Belém.
Sai o Apóstolo Pedro e entra Maria e sorri para o público!
Narrador: Meu nome é Maria, irmã de Marta e Lázaro. O brilho da estrela iluminou de modo tão intenso meu coração que nunca desejei afastar-me da presença de Cristo Jesus. Estar junto a Ele, ouvir-lhe os ensinamentos era para mim a maior felicidade. Não esqueçam, todos vocês: “Aquele que crê em Jesus Cristo ainda que esteja morto, viverá”
Sai Maria e entra Paulo, o Apóstolo.
Narrador: Sou Paulo, e antes de conhecer o imenso brilho da estrela, no caminho de Damasco, era conhecido como Saulo de Tarso. Eu era perseguidor dos cristãos, até que pude conhecer de perto o grande amor de Jesus, o nosso amado Salvador. A partir do meu encontro com a verdade, nunca mais deixei de levar adiante a mensagem de fé para humanidade. A Palavra de Jesus relata toda a minha trajetória, sem cansar-me, no intuito de fazer conhecido o caminho que é se espelhar em Cristo. Hoje, na noite de Natal, e em todos os dias. Ele está sempre conosco, até a consumação dos séculos.
Sai Paulo e entra uma samaritana.
Narrador: Fiquei conhecida através das Escrituras como a mulher samaritana. Eu morava numa cidade chamada Samaria e até ali chegou o brilho da presença de Jesus. Eu estava junto ao poço de Jacó quando Ele veio e, pedindo-me de beber, falou da água da fonte da vida, dizendo que se eu bebesse daquela água jamais voltaria a Ter sede. Eu deixei o meu cântaro e saí, então, anunciando a todos aquela verdade maravilhosa que possui meu coração. Oh, que hoje a doutrina Espírita possa saciar a sede na fonte cujas águas saltam para a eternidade.
Sai a samaritana.
Voz Oculta Masculina: “No primeiro dia da semana, muito de madrugada, Maria Madalena, juntamente com outras mulheres, foram ao sepulcro. Mas não encontraram o corpo de Jesus, que havia ressuscitado”.
Entra Maria Madalena!
Madalena: Ele vive! Jesus Cristo. Encontramos no sepulcro um anjo, cujas vestes brilhavam mais do que o sol, mais do que mil relâmpagos, e ele nos disse que não procurássemos o que vivia entre os mortos. Oh, irmãos, que imensa alegria: o nosso Mestre Jesus venceu a morte para sempre! Não estamos mais sozinhos, tristes ou desesperados. Ele vive!... O menino da Manjedoura, o Rei dos Reis vive para sempre à destra de Deus, não é magnífico?ensinando a todos nós que a alma sobrevive ao corpo, ele é a prova.... Eu espero que esta noite de Natal encha de estrelas cada coração, em luzes lindíssimas que os conduzam à eternidade em Cristo Jesus.
Entra todos os personagens e se abraçam.
Narrador: Agora, irmãos, vamos todos nos cumprimentar e abraçar uns aos outros, alegres pelo nascimento de Jesus, na manjedoura em Belém.
Uma enquete de natal, onde personagens da época contam um pouco do que viram e sentiram, mixado com ações de então, fatos da vida de Jesus.
Anjo, Pastor, Mago, Maria, Madalena, paulo...
Narração: Antes eram trevas. A humanidade caminhava pela face da terra, sem esperanças e sem uma alegria verdadeira. O homem, pelo pecado, estava separado de Deus. Vida e morte eram enigmas insolúveis e o ser humano não tinha uma direção espiritual. A sua trajetória era dolorosamente vazia. Onde estaria a solução para o homem? Onde a resposta que aliviasse o desespero das nações?
Entra em cena uma criança vestida de Anjo Protetor e Ora perante ao público.
Narrador:“Não temais. Eis que vos trago boas novas de grande alegria que será para todo o povo. Pois na cidade nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”
Sai o anjo entra um pastor com suas ovelhinhas olhando para o público, sorri e acaricia as ovelhas:
Narrador: Um anjo! E dirigiu-se ao pastor, um pobre homem dos campos! Obrigado, Senhor, por esta grande alegria: nasceu Jesus, o prometido das nações, o Príncipe da Paz, de que falaram as Escrituras. Agora, finalmente, o temos uma direção. A vida não será mais uma estrada escura e cheia de perigos. Nasceu Aquele que há de iluminar o caminho.
Preciso ir depressa a Belém ver isso que aconteceu e que o Senhor nos fez saber.
Sai o pastor e as ovelhas e entra o Mago e olha para o céu!
Narrador: Lá está ainda a mais bonita estrela que os meus olhos viram até hoje. Ela é magnífica e brilha desde o Oriente até o Ocidente e há de mostrar aos homens a direção da felicidade eterna. Espero que meus companheiros a tenham visto também e que procurem seguí-la. Aquele que não seguir o brilho da estrela estará perdido para sempre. Ah, nunca mais precisarei da magia para tentar encontrar a alegria. Agora que o Messias é nascido em Belém tenho certeza de conhecer o rumo certo para minha vida. Que noite maravilhosa! Muito obrigado, Deus Altíssimo!
Sai o Mago e entra o Apóstolo Pedro com uma rede de pesca na mão!
Narrador: Não precisarei mais desta rede. Agora tenho uma missão tão importante: a de espalhar a boa nova da salvação para o mundo. O Mestre Jesus chamou a mim, Pedro, e a outros também, na mesma ocasião. Mas continua chamando até hoje, chama a você, a você... a todos chama continuamente para o seu trabalho que é o mais nobre de todos os trabalhos – o de conduzir as almas ao verdadeiro caminho que leva à vida eterna. Não deixe de ouvir o chamado de Cristo que começou na noite de Natal, na manjedoura em Belém.
Sai o Apóstolo Pedro e entra Maria e sorri para o público!
Narrador: Meu nome é Maria, irmã de Marta e Lázaro. O brilho da estrela iluminou de modo tão intenso meu coração que nunca desejei afastar-me da presença de Cristo Jesus. Estar junto a Ele, ouvir-lhe os ensinamentos era para mim a maior felicidade. Não esqueçam, todos vocês: “Aquele que crê em Jesus Cristo ainda que esteja morto, viverá”
Sai Maria e entra Paulo, o Apóstolo.
Narrador: Sou Paulo, e antes de conhecer o imenso brilho da estrela, no caminho de Damasco, era conhecido como Saulo de Tarso. Eu era perseguidor dos cristãos, até que pude conhecer de perto o grande amor de Jesus, o nosso amado Salvador. A partir do meu encontro com a verdade, nunca mais deixei de levar adiante a mensagem de fé para humanidade. A Palavra de Jesus relata toda a minha trajetória, sem cansar-me, no intuito de fazer conhecido o caminho que é se espelhar em Cristo. Hoje, na noite de Natal, e em todos os dias. Ele está sempre conosco, até a consumação dos séculos.
Sai Paulo e entra uma samaritana.
Narrador: Fiquei conhecida através das Escrituras como a mulher samaritana. Eu morava numa cidade chamada Samaria e até ali chegou o brilho da presença de Jesus. Eu estava junto ao poço de Jacó quando Ele veio e, pedindo-me de beber, falou da água da fonte da vida, dizendo que se eu bebesse daquela água jamais voltaria a Ter sede. Eu deixei o meu cântaro e saí, então, anunciando a todos aquela verdade maravilhosa que possui meu coração. Oh, que hoje a doutrina Espírita possa saciar a sede na fonte cujas águas saltam para a eternidade.
Sai a samaritana.
Voz Oculta Masculina: “No primeiro dia da semana, muito de madrugada, Maria Madalena, juntamente com outras mulheres, foram ao sepulcro. Mas não encontraram o corpo de Jesus, que havia ressuscitado”.
Entra Maria Madalena!
Madalena: Ele vive! Jesus Cristo. Encontramos no sepulcro um anjo, cujas vestes brilhavam mais do que o sol, mais do que mil relâmpagos, e ele nos disse que não procurássemos o que vivia entre os mortos. Oh, irmãos, que imensa alegria: o nosso Mestre Jesus venceu a morte para sempre! Não estamos mais sozinhos, tristes ou desesperados. Ele vive!... O menino da Manjedoura, o Rei dos Reis vive para sempre à destra de Deus, não é magnífico?ensinando a todos nós que a alma sobrevive ao corpo, ele é a prova.... Eu espero que esta noite de Natal encha de estrelas cada coração, em luzes lindíssimas que os conduzam à eternidade em Cristo Jesus.
Entra todos os personagens e se abraçam.
Narrador: Agora, irmãos, vamos todos nos cumprimentar e abraçar uns aos outros, alegres pelo nascimento de Jesus, na manjedoura em Belém.
Atividade: Respeito ao Próximo
by Juliane
Tema: Respeito ao Próximo
Adaptável a todas as faixas etárias
1 – Respeitar o semelhante
Cada indivíduo é especial, único; cada pessoa é diferente física e emocionalmente; Deus ama cada um como ele é; Deus empresta um corpo físico a cada espírito para aprender e evoluir durante a vida terrena; cuidados com o corpo físico.
Sugestões:
.Demonstrar como cada pessoa é diferente. Levar balança, fita métrica, espelho. Pesar, medir as crianças, fazendo com que elas anotem em uma ficha: nome, peso, idade, cor dos olhos, dos cabelos, coisas que gosta de fazer. Quando todos concluírem, integrar os dados obtidos, valorizando as diferenças.
.Desenhar o corpo físico em tamanho natural: em um papel pardo, as crianças, divididas em grupos contornam o corpo de um colega que deitou sobre o papel; depois desenham cabelos, olhos, mãos, pés, unhas, roupa.
.Cuidados com o corpo: esconder objetos pela sala, pedir para que as crianças achem e expliquem para que serve cada um. Pode-se utilizar escova de dentes, pente, xampu, sabonete, roupa de ginástica, remédio, comida, água , etc.
Marcadores:
1º ciclo,
2° ciclo,
3° ciclo,
amor ao próximo,
atividade,
jardim,
Respeito ao Próximo
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Aula: Céu e o Inferno
by Juliane
Prece Inicial
Primeiro momento:
Quando pensamos em Céu e inferno, reporta-nos a mente a imagem de Demônios lutando com os
Anjos pelo Poder (Céu e Inferno) no plano espiritual, esta é uma analogia da Luta do Bem contra o
mal. Ela é uma luta interna, onde o Bem sempre se sobresai ao mal. O Céu e o Inferno é um estado
de espírito.
1 – Sendo Deus o princípio de todas as coisas, e sendo este princípio toda a sabedoria, toda
bondade, todo bondade, todo justiça, tudo o que dele precede deve participar de seus atributos,
porque é infinitamente sábio, justo e bom, nada pode produzir de insensato, de mau e de injusto. O
mal que observamos não deve, pois, ter a sua fonte nele.
2 – Se o mal estando nos atributos de um ser especial que se chama satã, de duas coisas uma: ou
esse seria igual a Deus e, consequentemente, tão poderoso quanto ele ou seria inferior, pois ele não
existe. Torna-se verdadeiro esta última condição. O mal é a ausência do bem, como frio é a ausência
do calor.
Os males tanto físicos como morais pertencem a duas categorias:
Os que independem da vontade do homem - os flagelos naturais. Os flagelos se afiguram maus e
injustos aos homens, por não poderem compreender a Sabedoria Divina que em cada acontecimento
manifesta oportunidade para o progresso da humanidade. Os flagelos permitem ao homem
desenvolver sua inteligência ao ponto de preveni-los, amenizar seus efeitos, através das ciências
aplicadas a melhoria de condições de vida e bem-estar no planeta. "A dor é o aguilhão que o impele
para a frente, na senda do progresso".
Os criados pelos vícios, orgulho, egoísmo, ambição, cupidez e por todos os excessos. Apesar da
consciência que lhe foi outorgada pelo Criador, das advertências dos mensageiros quanto ao
cumprimento das Leis Divinas que têm por objetivo o bem e o progresso, insiste o homem em
causar guerras, injustiças, opressão do fraco pelo forte, usando assim seu livre-arbítrio para a
satisfação de seus vícios e sua vaidade.
Mas os mais numerosos males é aquele que o HOMEM CRIA PARA SI MESMO.
Deus estabeleceu leis, plenas de sabedoria, que não tem por objetivo senão o BEM; o homem
encontra-se em si mesmo tudo o que é necessário para segui-las, sua rota está traçada em sua
consiência, a lei divina está gravada no seu coração, e além disso Deus o chama sem sessar através
dos seus messias e profetas.
Mas Deus cheio de bondade, colocou o remédio ao lado do mal, quer dizer, do próprio mal faz sair
o bem. Chega um momento em que o exesso do mal moral se torna intolerável, e faz o homem
sentir o desejo de mudar de caminho.
NÃO FAZER O MAL JÁ É UM COMEÇO PARA O BEM.
Há um exemplo simples para compreender esta comparação. Um proprietário sabe que, na
extremidade do seu campo, há um lugar perigoso, onde alguém poderia se ferir. O que faz para
previnir acidentes? Coloca perto do local um aviso tornando proibido ir mais longe. Eis a Lei! Ela é
sábia e previdente. Mas se alguém passa pelo local e não respeita a placa e se fere no local. A quem
pode reclamar a não ser para si mesmo?
Assim ocorre com todo o mal, o homem evitaria se observasse as leis divinas. Deus, por exemplo,
colocou um limite a satisfação das necessidades, o homem é advertido pela saciedade, se ultrapassa
esse limite, o faz voluntariamente. As doenças, as enfermidades, a morte, que lhe podem ser
consequentes, são pois, o fato da sua imprevidência e não de Deus.
Se o homem tivesse sido criado perfeito, seria levado fatalmente ao bem: ora, em virtude o seu livre
arbítrio, ele não é levado, fatalmente nem ao bem nem ao mal. Deus quis que fosse submetido a Lei
do Progresso, e que esse progresso fosse o fruto do seu próprio trabalho, afim de que, dele, tivesse o
mérito, do mesmo modo que carrega a responsabilidade do mal que é fato da sua vontade.
O destino do homem é a vida espiritual. O mal é relativo, tal qual é a qualidade na criança, se torna
defeito no adulto. A responsabilidade é proporcional ao grau de adiantamento moral.
Fonte: A Gênese, capítulo III O bem e o Mal.
Segundo momento: Contar a História O Talismã Divino
Terceiro momento: Dinâmica dos balões
Sugestões de perguntas da dinâmica do balão para o tema:
Céu e inferno existe? Justifique sua resposta
a) sim
b) não
O homem foi criado perfeito? Justifique a sua resposta
a) sim
b) não
Deus quis que o homem fosse submetido a Lei do Progresso, e que esse progresso fosse o fruto do
seu próprio trabalho. Por quê?
O destino do homem é a vida espiritual? Justifique a sua resposta.
a) sim
b)não
A origem do bem sabemos que vem de Deus, mas a do mal? Vem d'Ele? Justifique sua resposta
a) sim
b) não
Alguém pode ser mal para sempre? Porque?
a) sim
b) não
Prece final.
Primeiro momento:
Quando pensamos em Céu e inferno, reporta-nos a mente a imagem de Demônios lutando com os
Anjos pelo Poder (Céu e Inferno) no plano espiritual, esta é uma analogia da Luta do Bem contra o
mal. Ela é uma luta interna, onde o Bem sempre se sobresai ao mal. O Céu e o Inferno é um estado
de espírito.
1 – Sendo Deus o princípio de todas as coisas, e sendo este princípio toda a sabedoria, toda
bondade, todo bondade, todo justiça, tudo o que dele precede deve participar de seus atributos,
porque é infinitamente sábio, justo e bom, nada pode produzir de insensato, de mau e de injusto. O
mal que observamos não deve, pois, ter a sua fonte nele.
2 – Se o mal estando nos atributos de um ser especial que se chama satã, de duas coisas uma: ou
esse seria igual a Deus e, consequentemente, tão poderoso quanto ele ou seria inferior, pois ele não
existe. Torna-se verdadeiro esta última condição. O mal é a ausência do bem, como frio é a ausência
do calor.
Os males tanto físicos como morais pertencem a duas categorias:
Os que independem da vontade do homem - os flagelos naturais. Os flagelos se afiguram maus e
injustos aos homens, por não poderem compreender a Sabedoria Divina que em cada acontecimento
manifesta oportunidade para o progresso da humanidade. Os flagelos permitem ao homem
desenvolver sua inteligência ao ponto de preveni-los, amenizar seus efeitos, através das ciências
aplicadas a melhoria de condições de vida e bem-estar no planeta. "A dor é o aguilhão que o impele
para a frente, na senda do progresso".
Os criados pelos vícios, orgulho, egoísmo, ambição, cupidez e por todos os excessos. Apesar da
consciência que lhe foi outorgada pelo Criador, das advertências dos mensageiros quanto ao
cumprimento das Leis Divinas que têm por objetivo o bem e o progresso, insiste o homem em
causar guerras, injustiças, opressão do fraco pelo forte, usando assim seu livre-arbítrio para a
satisfação de seus vícios e sua vaidade.
Mas os mais numerosos males é aquele que o HOMEM CRIA PARA SI MESMO.
Deus estabeleceu leis, plenas de sabedoria, que não tem por objetivo senão o BEM; o homem
encontra-se em si mesmo tudo o que é necessário para segui-las, sua rota está traçada em sua
consiência, a lei divina está gravada no seu coração, e além disso Deus o chama sem sessar através
dos seus messias e profetas.
Mas Deus cheio de bondade, colocou o remédio ao lado do mal, quer dizer, do próprio mal faz sair
o bem. Chega um momento em que o exesso do mal moral se torna intolerável, e faz o homem
sentir o desejo de mudar de caminho.
NÃO FAZER O MAL JÁ É UM COMEÇO PARA O BEM.
Há um exemplo simples para compreender esta comparação. Um proprietário sabe que, na
extremidade do seu campo, há um lugar perigoso, onde alguém poderia se ferir. O que faz para
previnir acidentes? Coloca perto do local um aviso tornando proibido ir mais longe. Eis a Lei! Ela é
sábia e previdente. Mas se alguém passa pelo local e não respeita a placa e se fere no local. A quem
pode reclamar a não ser para si mesmo?
Assim ocorre com todo o mal, o homem evitaria se observasse as leis divinas. Deus, por exemplo,
colocou um limite a satisfação das necessidades, o homem é advertido pela saciedade, se ultrapassa
esse limite, o faz voluntariamente. As doenças, as enfermidades, a morte, que lhe podem ser
consequentes, são pois, o fato da sua imprevidência e não de Deus.
Se o homem tivesse sido criado perfeito, seria levado fatalmente ao bem: ora, em virtude o seu livre
arbítrio, ele não é levado, fatalmente nem ao bem nem ao mal. Deus quis que fosse submetido a Lei
do Progresso, e que esse progresso fosse o fruto do seu próprio trabalho, afim de que, dele, tivesse o
mérito, do mesmo modo que carrega a responsabilidade do mal que é fato da sua vontade.
O destino do homem é a vida espiritual. O mal é relativo, tal qual é a qualidade na criança, se torna
defeito no adulto. A responsabilidade é proporcional ao grau de adiantamento moral.
Fonte: A Gênese, capítulo III O bem e o Mal.
Segundo momento: Contar a História O Talismã Divino
Terceiro momento: Dinâmica dos balões
Sugestões de perguntas da dinâmica do balão para o tema:
Céu e inferno existe? Justifique sua resposta
a) sim
b) não
O homem foi criado perfeito? Justifique a sua resposta
a) sim
b) não
Deus quis que o homem fosse submetido a Lei do Progresso, e que esse progresso fosse o fruto do
seu próprio trabalho. Por quê?
O destino do homem é a vida espiritual? Justifique a sua resposta.
a) sim
b)não
A origem do bem sabemos que vem de Deus, mas a do mal? Vem d'Ele? Justifique sua resposta
a) sim
b) não
Alguém pode ser mal para sempre? Porque?
a) sim
b) não
Prece final.
História: O Talismã Divino.
by Juliane
Em um lugar tranquilo, Jesus palestrava. E lá A Mãe de João e tiago perguntou a Jesus:
- Senhor! Terás contigo algum talismã de cuja virtude possamos desfrutar? Algum objeto mágico
que possa nos oferecer?
Jesus pousou na poltrona os olhos penetrantes e falou:
- Realmente conheceço um talismã de maravilhoso poder. Usando-lhe os milagrosos recursos, é
possível iniciar a aquisição de todos os dons de Nosso Pai. Oferece a descoberta dos tesouros do
amor que resplandecem ao redor de nós sem que lhes vejamos, de pronto a grandeza. Descortina
o entendimento, onde a desarmonia castiga corações. Abre a porta às revelações da arte e da
ciência. Estende as possibilidades de luminosa comunhão com as fontes divinas da vida.
Convida a benção e da meditação nas coisas sagradas. Reata relações de companheiros em
discordância. Descerra as passagens de luz aos espíritos que se encontram nas sombras. Permite
abençoadas sementeiras de alegria. Reveste-se de mil oportunidades de paz com todos. Indica
vasta rede de trilhos para o trabalho salutar. Reveste mil modos de enriquecer a vida que
vivemos. Facilita o acesso da alma ao pensamento dos grandes mestres. Dá comunicação com
os mananciais celestes da intuição.
- Quer mais? - disse o senhor, imprimindo enfâse a pergunta.
E após sorrir, continuou:
- Sem esse divin talismã, é impossível começar qualquer obra de luz e paz na terra.
Os olhos dos ouvintes mostravam expressões de assombro, quando a esposa de Zebedeu perguntou
espantada:
- Mestre, onde podemos adquirir semelhante benção? Precisamos deste acumulador de felicidade.
O cristo, então acrescentou bem humorado:
- Este bendito talismã isabe, é propriedade comum a todos. É a hora que estamos atravessando.
Cada minuto de nossa alma permanece revestido de prodígio poder oculto, quando sabemos usar
para o Bem, porque toda a grandeza e toda a decadência, toda a vitória e toda a ruína são iniciadas
com a colaboração do dia.
E diante da perplexidade de todos, rematou:
- O tempo é o divino talismã que devemos aproveitar.
Fonte: Livro Jesus no Lar – Francisco Candido Xavier, pelo espírito Neio Lúcio, Capítulo 22, O
talimã divino.
- Senhor! Terás contigo algum talismã de cuja virtude possamos desfrutar? Algum objeto mágico
que possa nos oferecer?
Jesus pousou na poltrona os olhos penetrantes e falou:
- Realmente conheceço um talismã de maravilhoso poder. Usando-lhe os milagrosos recursos, é
possível iniciar a aquisição de todos os dons de Nosso Pai. Oferece a descoberta dos tesouros do
amor que resplandecem ao redor de nós sem que lhes vejamos, de pronto a grandeza. Descortina
o entendimento, onde a desarmonia castiga corações. Abre a porta às revelações da arte e da
ciência. Estende as possibilidades de luminosa comunhão com as fontes divinas da vida.
Convida a benção e da meditação nas coisas sagradas. Reata relações de companheiros em
discordância. Descerra as passagens de luz aos espíritos que se encontram nas sombras. Permite
abençoadas sementeiras de alegria. Reveste-se de mil oportunidades de paz com todos. Indica
vasta rede de trilhos para o trabalho salutar. Reveste mil modos de enriquecer a vida que
vivemos. Facilita o acesso da alma ao pensamento dos grandes mestres. Dá comunicação com
os mananciais celestes da intuição.
- Quer mais? - disse o senhor, imprimindo enfâse a pergunta.
E após sorrir, continuou:
- Sem esse divin talismã, é impossível começar qualquer obra de luz e paz na terra.
Os olhos dos ouvintes mostravam expressões de assombro, quando a esposa de Zebedeu perguntou
espantada:
- Mestre, onde podemos adquirir semelhante benção? Precisamos deste acumulador de felicidade.
O cristo, então acrescentou bem humorado:
- Este bendito talismã isabe, é propriedade comum a todos. É a hora que estamos atravessando.
Cada minuto de nossa alma permanece revestido de prodígio poder oculto, quando sabemos usar
para o Bem, porque toda a grandeza e toda a decadência, toda a vitória e toda a ruína são iniciadas
com a colaboração do dia.
E diante da perplexidade de todos, rematou:
- O tempo é o divino talismã que devemos aproveitar.
Fonte: Livro Jesus no Lar – Francisco Candido Xavier, pelo espírito Neio Lúcio, Capítulo 22, O
talimã divino.
Atividade
by Juliane
Dinâmica: APRENDENDO com o JOGO da VELHA
OBJETIVO: trabalhar a teoria da Doutrina dos Espíritos de maneira divertida. Este jogo pode ser usado para trabalhar conceitos novos, reforçar o conhecimento básico do Espiritismo ou para rever temas aprendidos em aulas anteriores.
MATERIAL: folha de papel pardo com o jogo da velha e o tema a ser trabalhado, desenhado e escrito grande o suficiente para que todos possam ler de seus lugares na sala de aula ; os símbolos do jogo da velha + e O recortados em cartolina, pelo menos 6 unidades de cada.
COMO APLICAR: em cada espaço que corresponde a uma “casa” do jogo da velha, escrever o tema que será trabalhado.O ideal é que esta etapa seja feita anteriormente, em casa.
Exemplo: para uma aula de reforço sobre a teoria básica da Doutrina, as 9 “casas” do jogo da velha podem ter as palavras - EVANGELIZAÇÃO; REINO DE DEUS; REENCARNAÇÃO; PLANETA TERRA; SOLIDARIEDADE; LIVRE-ARBÍTRIO; LEI DE CAUSA E EFEITO; PERDÃO; EGOÍSMO, onde cada palavra é escrita em uma “casa” do jogo.
A turma se divide em dois grupos, onde um grupo representa + e o outro, O. Alternadamente, os grupos escolhem uma palavra e dão a definição oralmente. A medida que vão acertando, os símbolos do jogo vão sendo marcados. A escolha das palavras devem visar o traçado de uma linha horizontal, vertical ou em diagonal, que é como funciona um jogo da velha tradicional. É importante o grupo perceber sózinho esta necessidade. Vence quem fizer primeiro a linha em um dos sentidos.
VARIAÇÕES: em cada “casa” do jogo da velha escrever a definição e o grupo precisa descobrir sobre o que se está falando.
Exemplo: maior ensinamento de Jesus (amor); forte mecanismo que nos impulsiona ao trabalho, ao esforço e ao progresso (vontade); conversa sincera com Deus e com os amigos espirituais e que nos trazem inspiração e conforto
(prece).
Atividade
by Juliane
Dinâmica: Que Brilhe a Vossa Luz…
OBJETIVO: (Mt 5:16) a beleza deste convite é saber que podemos brilhar e que só depende de nosso esforço em fazer algo de bom a cada dia, é querer melhorar, não repetir erros, ter esperança, ter gratidão, ter bom humor, sorrir, amar e perdoar para um dia, finalmente, seguir-mos Jesus. Quanto mais usamos nossos dons, mais eles se desenvolvem e se tornam visíveis e iluminam a nossa volta.
MATERIAL: 4 ou 6 cartolinas pretas (depende do número de crianças), estrelas recortadas em cartolina amarela, lápis, fita crepe, cartolinas extras para atividade final e tesoura.
COMO APLICAR: fixar no quadro-negro ou na parede as cartolinas pretas que representarão o céu. Escreva, ao lado do céu, uma lista de adjetivos. Converse com o grupo sobre o que é cada adjetivo. Distribua as estrelas para o grupo e peça que eles escrevam o próprio nome no centro da estrela.
Cada um irá ler silenciosamente as qualidades listadas e escrever nas pontas de sua própria estrela ‘aquelas que sabe possuir. Aos poucos, cada criança irá colar sua estrela no céu.
Conversar com as crianças:
- temos qualidades para brilhar?
- o que me falta para possuir mais qualidades?
- consegui perceber qualidades que pensava não ter?
- qual qualidade foi mais citada?
- o meu brilho irradia a minha volta ou as minhas qualidades refletem só para mim?
- o céu ficou mais bonito com o brilho das estrelas?
- o que podemos fazer para iluminar outros ambientes também?
Ao final, criar com o grupo astros maiores, como um sol, um cometa, para pessoas que são bons exemplos e listar suas qualidades.
Lista de qualidades e adjetivos: alegria, sinceridade, bondade, delicadeza, justiça, tolerância, carinho, simplicidade, otimismo, confiança, obediência, entusiasmo, coragem, gratidão, solidariedade, respeito, paciência, fé.
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Aula: Egoísmo
by Juliane
Parábola - Os primeiros lugares e os convidados
Parábolas Evangélicas (R. Calligaris), nº 19.
a) Incentivação inicial: Narração.
O Evangelizador contará para as crianças a “Parábola dos primeiros lugares e dos convidados”,
como segue:
Jesus entrou em um dia de sábado na casa de um dos principais Fariseus para aí fazer com
eles uma
refeição. Os que lá estavam observavam o Mestre, e ele aproveitou o momento para deixar
duas lições, que
poderão ser retiradas do texto evangélico:
7 E disse aos convidados uma parábola, reparando como escolhiam os primeiros assentos,
dizendo-lhes:
8 Quando por alguém fores convidado às bodas, não te assentes no primeiro lugar, para que
não aconteça
que esteja convidado outro mais digno do que tu;
9 E, vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o teu lugar a este; e, então, com vergonha,
tenhas de
tomar o derradeiro lugar;
10 Mas, quando fores convidado, vai, e assenta-te no derradeiro lugar, para que, quando vier
o que te
convidou, te diga: Amigo, sobe mais para cima. Então terá honra diante dos que estiverem
contigo à mesa.
11 Porquanto qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se
humilhar será
exaltado.
12 E dizia também ao que o tinha convidado: Quando deres um jantar, ou uma ceia, não
chames os teus
amigos, nem os teus irmãos, nem os teus parentes, nem vizinhos ricos, para que não suceda
que também eles
te tornem a convidar, e te seja isso recompensado.
13 Mas, quando fizeres convite, chama os pobres, aleijados, mancos e cegos.
14 E será bem-aventurado; porque eles não têm com o que te recompensar; mas
recompensado serás na
ressurreição dos justos. (Lc, 14:.1 e 7 a 14)
b) Desenvolvimento: Exposição.
Jesus, desde o início de sua missão, deu-nos exemplos de humildade: o seu nascimento na
manjedoura e a sua condição de filho de um carpinteiro, o que o levou a conviver num lar de gente
simples, constituem provas disso. Em sua passagem aqui na Terra não apenas ensinou, mas
exemplificou, em diversos momentos, a virtude da humildade.
A humildade é uma das mais importante dentre as virtudes, e ela se revela no homem por
meio de gestos de compreensão, modéstia, simplicidade, gentileza, etc. Ela é o oposto do egoísmo e
do orgulho.
Na parábola dos “primeiros lugares”, Jesus quis dar uma diretriz de conduta que devemos
adotar na vida diária, em nosso próprio benefício. Disse Ele que “todo aquele que se exalta será
humilhado; e todo o que se humilha será exaltado”. Kardec, analisando a parábola, diz que o
Espiritismo ensina que, muitas vezes, aqueles que são considerados grandes, os poderosos, na Terra
são pequenos no mundo espiritual, e, ao contrário, aspessoas que se apresentam simples e humildes
quando encarnadas, mostram-se grandes na Espiritualidade. Aos primeiros nada resta senão deixar
aqui, ao desencarnarem, os seus títulos, riquezas, glórias, etc. Os demais – os humildes - levam
consigo as virtudes adquiridas ou desenvolvidas ao longo do tempo, e, por isso, mostram-se felizes
no mundo espiritual.
Claro que o fato de uma pessoa possuir títulos, riquezas, conseguir poder e lugares de
destaque neste mundo não significa que ela está fadada a ser rebaixada no Mundo Espiritual. Sua
posição lá vai depender do bom ou do mau uso que ela fizer das oportunidades que recebeu na
Terra. Entretanto, deve-se notar que pobreza não é sinônimo de humildade. Há muitos pobres
orgulhosos e arrogantes, como há ricos humildes e simples. Na verdade, é mais fácil a pessoa se
tornar orgulhosa quando tem muito dinheiro, muito poder, ou quando possui muitos títulos, pois a
prova do poder, seja ele econômico ou intelectual, é uma prova difícil.
Jesus sempre chamou a atenção para que não se faça o bem somente àqueles a quem
amamos, mas a todos, indistintamente: “Porque, se só amardes os que vos amam, qual será a vossa
recompensa? Se apenas os vossos irmãos saudardes, que é que com isso fazeis mais do que os
outros?” (Mt, 5: 46 e 47).
Com a Parábola dos Primeiros Lugares e dos Convidados, Jesus ensina também que
devemos fazer o bem pelo bem, e não pela recompensa que poderemos obter com a sua prática. É
claro que o Mestre, nessa parábola, não está aconselhando a não convidarmos amigos vizinhos,
parentes a jantarem ou ceiarem conosco. Não se pode tomar as palavras de Jesus no sentido literal,
ou seja, ao pé da letra; há que se apreender-lhes o sentido profundo.
Quando o Mestre ensina simbolicamente que não devemos convidar para um jantar ou uma
ceia apenas os amigos, os irmãos, os parentes, vizinhos ricos, ele quer dizer que não devemos fazer
o bem somente àqueles que nos podem retribuir, pois isso seria apenas uma troca, sem nenhuma
demonstração de serviço ao próximo. Ele fala nos aleijados, nos cegos e mancos porque, àquela
época, as pessoas que tinham defeitos físicos eram totalmente marginalizadas, e, de modo quase
absoluto, pobres. Assim, aprendemos nessa parábola que é importante não ficarmos ansiosos em
disputar os “primeiros lugares” tão somente no intuito de nos destacarmos no seio da sociedade, por
vaidade e interesse pessoal. Caso sejamos chamados a colaborar com o bem comum, façamo-lo com
desprendimento, dedicação e, acima de tudo, com o desejo ardente de servir. Servir com amor, sem
pensar, em momento algum, em reconhecimento por parte das pessoas que estão sendo
beneficiadas. Este deve ser o comportamento de todo aquele que se considera cristão, pois assim o
Cristo serviu a todos.
Aula: Caridade
by Juliane
O que é a caridade?
* OUvir as respostas. Explicar que é amarmos uns aos outros e fazermos a todos o que gostaríamos que nos fizessem.
Como se pode praticar a caridade? Ela é apenas material? Só os ricos podem ser caridosos?
Há muitas formas de praticar a caridade. Vejamos algumas delas:
* Dando algo que possa ser útil para outra pessoa. Se damos uma coisa inútil, como um brinquedo todo quebrado, não praticamos caridade alguma.
Tem valor darmos do que nos sobra, mas muito mais valorosa é a doação que sai do necessário. Se damos uma roupa que não nos serve mais para uma pessoa que tem frio, estamos sendo caridosos; porém, se, para vestir um pobre, oferecemos-lhe uma blusa nova de que gostamos, estamos praticando a verdadeira caridade. (Aqui, contar a história dos sacos de ouro do pobre e do rico que chegaram ao céu, contida no capítulo XIII do Evangelho).
* Praticamos a caridade também com as palavras, não falando mal dos outros, dando conselhos bons, explicando algo para uma pessoa, animando alguém que está triste, falando bem de alguém de quem estejam falando mal...
* Também somos caridosos quando perdoamos os erros de alguém, ao invés de ficar criticando e contando para os outros.
* O trabalho das mãos e da mente pode ser empregado de forma caridosa.
Todos podem doar parte do seu tempo para trabalhar pelos semelhantes, confeccionando roupas, ensinando algo útil, participando de campanhas para arrecadação de alimentos, lendo para uma pessoa cega ou analfabeta, visitando asilos e hospitais...
Como se pôde ver, a caridade não é apenas material, de forma que ricos e pobres têm condições de realizá-la. Ninguém é tão pobre que não tenha o que dar e ninguém é tão rico que não precise da ajuda de alguém.
Isso significa que todos dependemos uns dos outros - não há ninguém que possa viver sozinho. Jesus nos recomendou, sabiamente, que amássemos uns aos outros. Se fizermos isso, seremos automaticamente caridosos.
E as crianças, também podem praticar a caridade? Como?
* Deixar que comentem a questão. Mostrar que não zombar dos colegas, não rir de alguém que caiu ou se chocou contra algo, ajudar no entendimento das matérias, dividir o lanche com quem não tem, dar informações a um amiguinho que veio de outra escola, não dar muito trabalho às faxineiras, sujando a sala, não dar mais preocupações que as necessárias a pais e professores, não bagunçar a casa, fazer algo para os pais e muitas outras coisas que uma criança pode fazer facilmente são formas de se praticar a caridade.
Não saiba a sua mão esquerda o que faz a direita.
* Comentar esse ensinamento do Cristo, levando-os a perceber que a caridade não é para ser alardeada. Deus, que tudo vê, saberá de nossas boas ações. Devemos dar não só porque seremos recompensados por Deus no futuro, mas porque o próprio ato de ajudar uma pessoa é uma alegria
imensa.
História: O Carvão
by Juliane
Autor desconhecido
Um menino vivia dizendo a respeito de um colega:
"Desejo tudo de ruim para ele. Quero matar esse cara!"
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito isso! Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amigo, Juca, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra.
O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho, como está se sentindo agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você.
- O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
Cuidado com suas ações; elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino.
Atividade: Ação e Reação
by Juliane
OBJETIVO: Observar relações de causa e efeito em nossas vidas.
MATERIAL: Folhas com o gráfico ao lado, (2 por criança) e lápis para todos .
COMO APLICAR:
1. Peça para cada criança lembrar um fato importante de sua vida, quando foi e quantos
anos tinha na ocasião. Peça que ela escreva sobre ele ou desenhe no triângulo central.
2. Depois, peça para cada criança lembrar quais acontecimentos anteriores levaram a ele.
Isto será escrito no triângulo da esquerda.
3. Quando terminarem, peça que se lembrem das conseqüências do fato central e
escrevam ou desenhem no triângulo da direita. Pondere um pouco se causas e
consequências foram boas ou ruins e por quê.
4. Para que coisas bacanas aconteçam em nossas vidas, é preciso criar condições.
Entregue uma nova folha e diga a cada criança que pense em algo que seria bom que
acontecesse em sua vida. Isto será escrito ou desenhado no triângulo central da nova folha.
5. Em que isto melhoraria a sua vida? Escrever ou desenhar no triângulo da direita.
6. O que você pode fazer para que tudo isto aconteça? Escrever ou desenhar no triângulo da esquerda.
Fonte: do livro “25 Atividades de Educação Emocional e Intuitiva e um Teatro de Dedoches”, Ed. Gil
Atividade: Dinâmica do Pirulito
by Juliane
Dinâmica: O Pirulito
Material: Meias calças usadas e 1 pirulito para cada evangelizando.
Cada evangelizando é amarrado com as meias de nilon, as mãos para trás, somente as mãos. O aluno ganha 1 pirulito com as mãos amarradas. Após todos estarem amarrados e com os respectivos pirulitos nas mãos, a profe pede que comam os pirulitos.
Logo, os evangelizandos vão perceber que não é possível comer o pirulito com as mãos amarradas para trás. Deixar até que um deles resolva pedir ajuda aos seus coleguinhas. Todos vão perceber que será possível comer o pirulito se alguém ajudar a abrir o papel e colocar na boca do colega.
Esta dinâmica serve para trabalhar com eles os sentimentos de solidariedade, bondade, caridade e egoísmo.
Após a dinâmica explicar aos alunos a passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 15 Fora da Caridade não há salvação de forma susinta e simples para a compreensão dos pequenos.
Parábola do Bom Samaritano
by Juliane
Chegará um dia que Jesus fará a separação dos homens assim como um pastor separa as ovelhas dos bodes e colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à esquerda.
Então Ele dirá aos que estarão à sua direita: Vinde, vós que fostes benditos por meu pai, possuí o reino que vos foi preparado desde o início do mundo; porque eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; tive necessidade de alojamento e me alojastes; estive nu e me vestistes; estive doente e me visitastes; estive na prisão e viestes me ver.
Então os justos lhe responderão: Senhor, quando foi que vos vimos com fome e vos demos de comer, ou com sede e vos demos de beber? Quando foi que nós vos vimos sem teto e vos alojamos, ou sem roupa e vos vestimos? E quando foi que vos vimos doente ou na prisão e viemos vos visitar?
E o rei lhes responderá: Eu vos digo em verdade, quantas vezes o fizeste com relação a um destes mais pequenos de meus irmãos, foi a mim mesmo que o fizestes.
E dirá, em seguida, para aqueles que estarão à sua esquerda: Retirai-vos de mim, malditos, ide para o fogo eterno, que foi preparado para o diabo e para seus anjos; porque eu tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; tive necessidade de teto e não me alojastes; estive nu e não me vestistes; estive doente e na prisão e não me visitastes.
Então eles lhe responderão também: Senhor, quando foi que vos vimos com fome, com sede, ou sem roupa, ou doente ou na prisão, e deixamos de vos assistir? Mas ele lhes responderá: Eu vos digo em verdade, todas as vezes que deixastes de dar essas proteções a um desses mais pequenos, deixastes de dá-las a mim mesmo.
E então estes irão para o suplício eterno, e os justos para a vida eterna.
Então um doutor da lei se levantou e disse para Jesus: Mestre, o que é preciso que eu faça para possuir a vida eterna? Jesus lhe respondeu: O que está escrito na lei? O que lê nela? Ele lhe respondeu: Amareis o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração, de toda a vossa alma, de todas as vossas forças e de todo o vosso espírito, e vosso próximo como a vós mesmos. Jesus lhe disse: Respondestes muito bem; fazei isso e vivereis.
Mas esse homem, querendo parecer que era justo, disse a Jesus: E quem é meu próximo? E Jesus, tomando a palavra, lhe disse:
Um homem que descia de Jerusalém para Jericó, caiu nas mãos de ladrões que o despojaram, cobriram-no de feridas e se foram, deixando-o semi-morto. Aconteceu, em seguida, que um sacerdote descia pelo mesmo caminho e tendo-o percebido, passou do outro lado. Um levita, que veio também para o mesmo lugar, tendo-o considerado, passou ainda do outro lado. Mas um Samaritano (herético) que viajava, chegando ao lugar onde estava esse homem, e tendo-o visto, foi tocado de compaixão por ele. Aproximou-se, pois, dele, derramou óleo e vinho em suas feridas e as enfaixou; e tendo-o colocado sobre seu cavalo, conduziu-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, tirou duas moedas e as deu ao hospedeiro, dizendo: Tende bastante cuidado com este homem, e tudo o que despenderdes a mais, eu vos restituirei no meu regresso.
Qual desses três vos parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões? O doutor lhe respondeu: Aquele que exerceu a misericórdia para com ele. Ide pois, lhe disse Jesus, e fazei o mesmo.
Todas as lições de Jesus se resumem na caridade e na humildade, quer dizer, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
Em todos os seus ensinamentos, Ele mostra a caridade e a humildade como sendo o caminho da felicidade eterna.
Jesus disse:
Bem-aventurados os pobres de espírito (os humildes), porque deles é o reino dos céus;
Bem aventurados os que têm puro o coração, os que são brandos e pacíficos, os que são misericordiosos;
Amai o vosso próximo como a vós mesmos;
Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem;
Amai os vossos inimigos;
Perdoai as ofensas, se quiserdes ser perdoados;
Fazei o bem sem ostentação;
Julgai a vós mesmos antes de julgar os outros;
Jesus levará em conta apenas uma coisa: a prática da caridade. A caridade é a única condição para a salvação.
História: VOCÊ NÃO É UM , VOCÊ É TRÊS
by Juliane
D. Galinha Cocoricó
Ouviu seu pintainho perguntar ?
Manheeeeê .....Quem nasceu primeiro
O Ovo ou galinha ?
Ora, ora pinta -pintinho
Me responda você .
Quem fez o ovo e a galinha
E também o gato , o cão , a flor , e as criancinhas ?
Pinta-pintinho nisso não pensou
Como teria sido toda aquela Criação .
Certamente alguém muito poderoso
Mas quem ? Você já imaginou ?
Já ouviu falar em DEUS ?
Pois Ele é o ínicio de todas as coisas .
Inteligencia Suprema , que tudo criou
A partir de seu próprio principio ,
Uma energia sem fim ,
Fez tudo o que existe ,
Desde o Sol e o Universo
Até os bichinhos do jardim.
Nos seres essa energia se chama ESPÍRITO
Para alguns também ALMA
Ele é o verdadeiro SER
É Ele quem nos fazer VIVER
Pinta -Pintinho olhou sua cor amarelinha
E disse : Isso é minha alma ?
Apontando suas peninhas.
Não , isso é seu corpinho
Ele é a sua casca ,
Que te protege na sua encarnação
E te leva aonde você for
Até o fim da sua missão .
- Então eu sou como o ovo ,
Tenho casca ?
E meu espírito é a gema ?
E a clara , eu tenho também ?
Calma, calma , seu falante !
É mais ou menos assim ,
Deus te deu como o ovo , uma casca
Que é seu corpo ,
Te deu uma “clara “ também .
É o seu PERISPIRITO .
Um envoltório que liga o seu PENSAMENTO
Que é o seu ESPÍRITO
Com o seu CORAÇÃO que é o seu CORPINHO .
Ele registra suas emoções, suas impressões e também suas ações
e tem o mesmo formato que você Pinta - Pintinho .
Só que não aparece , assim como a clara é também transparentinho.
E a gema ?
Essa é realmente o PRINCIPIO DA VIDA ,
Não foi dela que você nasceu ?
Então quem ela representa na nossa explicação ?
-Já sei , disse o emplumadinho .
Ela é o como o ESPÍRITO
Quem dá a VIDA , o FRUTO DA CRIAÇÃO .
Isso significa que a VIDA nunca se acaba
Pois o que quebra é a casca ,
O resto está sempre em transformação
Ora é o ovo , ora é a galinha
Isso é EVOLUÇÃO.
E quando a casca se quebrar
A vida vai continuar .
E cada vez melhor nós vamos ficar .
Muito bem , Pinta -Pintinho
Você entendeu a lição
Diga lá agora sabichão,
Logo o que entendeu.
O Pintinho gritou feliz
Todo prosa e cheio de razão .
- Agora é a minha vez ...
- EU NÃO SOU UM , EU SOU TRÊS.
(autora: Paty Bolonha - 21/09/2005)
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Atividade: Jogo das Virtudes na Evolução
by Juliane
Objetivo: Compreender algumas virtudes e seu papel na nossa evolução espiritual.
Idade Sugerida: De 10 a 14 anos.
Material: Folha de papel Kraft, cola, tiras de papel, canetinhas, folha de questões e respostas (para o coordenador).
1. Divida a turma em duas ou três equipes e desenhe, numa folha de papel Kraft, uma escada de dez degraus para cada uma.
2. Entregue dez tiras de papel para cada equipe escrever suas respostas. As tiras devem ser da mesma altura dos degraus e largas o suficiente para caberem as palavras.
3. Explique que vamos fazer um jogo. Você dará algumas pistas para descobrir o nome de uma virtude. Cada equipe terá 20 segundos para dialogar e responder, numa palavra, a que virtude você está se referindo. Veja abaixo as dez questões e respostas:
4. As respostas corretas serão coladas na escada, começando de baixo para cima. As respostas erradas não serão usadas. Vence a equipe que chegar mais alto.
5. Peça para um representante de cada equipe desenhar uma "pessoinha" no degrau onde conseguiram chegar.
6. No final, equipe vencedora irá abraçar os demais jogadores.
7. Diálogo: Olhando para estas escadas, podemos compreender um pouco como é que os Espíritos evoluem moralmente. Quanto mais virtudes conquistamos para nosso coração, significa que mais evoluímos. Mas não basta tê-las, é preciso agir com elas e sempre aprimorá-las...
8. Opção: a equipe que se lembrar das virtudes que faltaram na sua escada e escrever numa folha separada, ganhará um ponto extra.
QUESTÕES E RESPOSTAS PARA O COORDENADOR
1-Saber esperar nossa vez e não ficar irritado quando as coisas demoram são mostras desta virtude. Como se chama? PACIÊNCIA
2-Ajuda-nos a colocar idéias em ação e faz com que nos sintamos úteis. Tudo - os livros, as casas, a comida, as invenções - é fruto dele. O que é, o que é? TRABALHO.
3-Dar a cada um segundo suas obras e seu merecimento faz parte desta virtude. Qual é ela? JUSTIÇA.
4-Saber agradecer pelo que temos e recebemos todos os dias é o significado desta virtude. Como se chama? GRATIDÃO.
5-Feita de palavras e ações, é a virtude que nos pede para cumprir nossos deveres e promessas. Quem a possui faz sempre o melhor possível. Qual é ela?
6-Quem ajuda, estende a mão a quem precisa, põe em prática esta virtude. Qual é ela? CARIDADE.
7-Transparente e sincera, não finge nem inventa de ser o que não é. Quem é? SIMPLICIDADE.
8-Estabelecer objetivos e levá-los a sério, fazendo o que for necessário para atingi-los, sem desanimar, fazem parte desta virtude, que é a ... DISCIPLINA.
9-Aceitar um desafio ou resolver um problema? Quem possui esta virtude não tem medo de enfrentar dificuldades. O que é, o que é? CORAGEM.
10-Querer bem e gostar são parte de um sentimento que faz a vida valer a pena, e que se chama... AMOR.
Atividade: Lei de Conservação
by Juliane
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Como Vivem os Espíritos
by Juliane
nada mais é do que uma
tentativa da cópia da vida Espiritual,
por isso, que não há de estranhar-se que
a vida continua.
Nosso Lar é a cidade modelo de organização que
temos desde 1943. É uma colônia-cidade,
habitada por homens e mulheres,
jovens e adultos, que já se desvencilharam
do corpo físico.
A morte não opera milagres,
conforme o espírito amadurece na condição de
serviço, o auxílio ao próximo e
a si mesmo acontece naturalmente.
É com o trabalho diário de 8 horas de serviço que
cada criatura consegue agarinhar o bônus-hora.
Podendo o espírito ter 4 horas de esforço
extraordinário, sendo que os serviços sacrificiais
ligados à educação e a crianças podem ser
duplicados ou até mesmo triplicados.
Bônus-hora é uma ficha de serviço individual
com valor aquisitivo. Cada ministério
possui o seu bônus-hora.
Nenhum espírito no plano maior fica sem moradia e
vestimentas, todos são ajudados e encaminhados a casas
de socorros. Mas o espírito que trabalha
pode adquirir casa própria
com seus próprios esforços
em benefício do próximo. Conforme
relata em Nosso Lar , com 30000 bônus-horas o
espírito pode adquirir a moradia.
A mobília da casa também pode ser modificada a partir
dos esforços de trabalho,
porém todas as moradias são iguais e cada espírito
pode adquirir somente uma casa. Portanto, se você
estava pensando em montar uma imobiliária
no outro lado, esqueça!!
Aquele que possui casa própria pode
deixa-la como herança para seus familiares e
amigos ligados por laços de afinidade,
ao regresso na Terra.
É através do bônus-hora que os
espíritos conseguem se trajar com roupas diferenciadas,
pois, todos recebem do mesmo modo.
Há na cidade do além lazer para os espíritos.
Como aqui, lá existe parque florido,
recantos verdes, de encantadora beleza,
teatro, biblioteca, cinema e
até locais onde os amantes tecem as mais lindas
promessas de amor, como podemos observar
no capítulo "No Bosque das Águas" de Nosso Lar.
O amor, na realidade, está além das atrações físicas.
"O amor que os une é para eles
a fonte de uma suprema felicidade".
(Livro dos Espíritos item 296).
O trabalho, como podemos observar
é muito importante em nossas vidas.
Com o trabalho também podemos interceder
por familiares e por espíritos afins.
Hoje já observam o trabalho de vários profissionais
ligados a mente humana buscando compreender e
tentar fazer com que as pessoas trabalhem felizes,
buscando a felicidade naquilo que exercem.
Lá em Nosso Lar observamos,
que há muito já acontece. Os espíritos trabalham nas
oficinas e nas fábricas, com uma musica que
eleva a alma. A música é para eles o estímulo de
alegria que intensifica o trabalho.
Quanto à alimentação, os espíritos também se alimentam.
Eles absorvem os fluidos benéficos de
frutas perfumadas, tem uma alimentação regada
de sucos e caldos, pois, necessitam
recompor energias em auxílio do próximo.
É importante lembrarmos que
o amor é o pão divino das almas,
o pábulo sublime dos corações e
com certeza um dia teremos ele como nosso
verdadeiro alimento.
ONDE VIVEM OS ESPÍRITOS
Através da vasta bibliografia espírita
sobre o assunto, pudemos ter um maior conhecimento
sobre a vida dos espíritos no plano espiritual.
E são justamente eles quem nos fornecem
diversos dados e detalhes de suas moradias que
até pouco tempo eram desconhecidas.
André Luiz, foi o precursor desta divulgação,
relatando-nos a estrutura e organização da cidade
Nosso Lar. Todavia, assim como ela,
existem outras milhares de cidades e
postos de socorro no plano espiritual,
com sua administração, organização e
responsabilidades próprias.
As cidades ou colônias espirituais,
têm uma estrutura "semelhante" às nossas,
porém são detentoras de uma organização,
atividade e beleza incomparáveis.
Pelos relatos que nos foram transmitidos,
através das obras supracitadas,
essas cidades possuem edificações sólidas,
como hospitais, escolas, residências, edifícios,
fábricas etc.
Estas construções são realizadas por espíritos
especializados, que através de seus pensamentos,
manipulam o fluído cósmico universal,
a fim de edificarem as construções necessárias,
podendo ser alteradas ou "demolidas",
por seus criadores, de acordo com a necessidade e
a conveniência.
Yvone A. Pereira, relata-nos:
"... A força motora dos seus pensamentos
poderosamente associados e disciplinados,
irradiando energias cuja natureza o homem ainda
não poderá conhecer, agirá sobre aqueles fluídos e
essências e edificará o que antes fora delineado
e desejado" (in, Devassando o Invisível, pág. 33 e 34).
Justamente por este motivo,
os espíritos não atravessam as paredes das casas,
nas colônias espirituais, porque a substância delas
é concreta, em relação a eles,
tendo a mesma dimensão e o mesmo nível de matéria
que à de seus corpos. Porém eles podem atravessar
as paredes das casas terrestres, bastando saber como
conduzir o próprio pensamento, pois a matéria
de seus corpos não estão no mesmo nível e
dimensão da nossa matéria.
As residências possuem repartições,
como sala, quartos, banheiro e são mobiliadas
com alguns móveis e utensílios eletrônicos que
já conhecemos, como cama, mesa, cadeira, TV, rádio e
outros que ainda nos são desconhecidos. Destaca-se que
tudo tem sua utilidade, pois lá
não há lugar para supérfluos.
Da mesma forma, as demais repartições,
como hospitais, escolas etc também têm os utensílios
necessários para suas atividades.
Além das construções, nas cidades espirituais
há animais e vegetações. Merecendo um destaque especial
os jardins, as flores, que são descritas
de forma maravilhosa, com cores mais vivas, belas e
com espécies diferentes das que conhecemos na Terra.
Um dos motivos de tamanha beleza é
a vibração mental dos espíritos que habitam as colônias.
Aliás, André Luiz relata-nos que no Nosso Lar,
os habitantes equilibrados têm o compromisso de
não emitirem pensamentos contrários ao bem, ou seja,
eles devem zelar pela manutenção de um
bom padrão vibratório na colônia.
Todas as cidades possuem uma Administração,
cujo governo ocorre por determinação superior,
segundo o conhecimento, mérito e a
capacidade administrativa, sendo que
os demais habitantes trabalham não só pelo
próprio aperfeiçoamento como também cooperam para a
evolução da região onde residem e de
um modo geral com o bem comum.
Os postos de socorro, são construções
erguidas pelos espíritos de bem dentro da região do
Umbral, a fim de prestarem o auxílio,
principalmente aos espíritos necessitados nas
proximidades de sua localização.
Tais postos, podem ser fixos ou não,
neste último caso, eles possuem mecanismo de
deslocamento, o que possibilita sua transferência
para a região onde deseja auxiliar.
Por estarem situados no Umbral,
são cercados por grandes muros, assim como
algumas cidades, que servem para protegê-los de
eventuais ataques dos espíritos inferiores.
Um detalhe interessante é a existência de
espíritos vigilantes, que cuidam da segurança
destes postos e de algumas cidades.
Apesar de serem menores que as cidades,
possuem a estrutura semelhante a delas, a fim de
proverem suas necessidades. Assim, têm hospitais
equipados, para os espíritos enfermos e necessitados,
residências ou alojamentos para os
espíritos trabalhadores, jardins, plantações,
animais e uma administração coordenada
por um espírito designado para esta função.
Ressalta-se que a maioria dos trabalhadores
dos postos de socorro, assim como das cidades de
transição, não são espíritos superiores,
elevados e sim espíritos medianos, que ainda
terão várias reencarnações.
Para encerrar, um fato interessante:
em princípios foram os espíritos quem nos forneceram
informações sobre as suas moradias, hoje,
além deles, os encarnados têm contribuído e muito
para esta divulgação.
Vejamos o comentário de Antônio F.Rodrigues:
"O livro "Life After Life, do
Dr. Raymond A. Moody (pesquisador não espírita),
'bestseller' nos EUA, é um desses livros que nos
fala dessas experiências inusitadas,
agora complementado com o livro
'Reflections nos Life After Life', que nos traz o
resultado de novas entrevistas com os que permaneceram
alguns instantes na outra dimensão da vida,
mas retornaram por não ter ainda chegado a sua hora
de regresso à pátria espiritual.
Transformados com essa experiência, emocionados nos
relatam o encontro com seres luminosos, quais
anjos de bondade e compreensão, que aconselham e
consolam, orientam e encorajam. Descrevem cidades com
edifícios resplandecentes, assim como
nascentes de águas cristalinas, além de música
celestial que deliciosamente havia no ar,
transmitindo paz infinita, com uma sensação
presente de amor. E não se trata de algumas testemunhas,
mas sim de centenas de casos quase coincidentes,
variando apenas nos pormenores"
(in Como vivem os espíritos, pág. 37, 38).
Através deste breve relato,
percebemos que existem várias semelhanças
entre a estrutura da vida material e da espiritual.
E se aqui nós trabalhamos, estudamos e temos
várias outras atividades, lá essas são muito mais
intensas, conforme veremos no próximo estudo.
(Clarice Cristina de Oliveira)
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