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História do Beto

 

         Hoje nós vamos ouvir a estória do Beto. O Beto era um menino muito legal. Todo dia o Beto brincava com os amiguinhos e com dois gatinhos que ele tinha. Quando chegava de noite, ele um tomava banho gostoso, jantava, escovava os dentes e ia dormir. Aí ele chamava a mãe assim: - manhê, vem orar comigo?

-         O Beto não sabia orar direito, mais ele adorava ficar com a mãezinha mais um pouquinho antes de dormir, porque ela ficava passando a mão na cabecinha dele, dando beijinho, fazendo carinho gostoso.

-         Mas naquela noite, o Beto ficou pensando, pensando e perguntou para a mãe:

-         O que é Deus mãe?

-         Deus é nosso papai do céu Beto.

-         Mas eu nunca vejo ele...

-         Não podemos ver Deus Beto, mas sentimos ele. Respira Beto!!

-         (o Beto respirou)

-         sentiu o arzinho entrando pelo seu nariz?

-         Senti mãe!

-         Deus, o nosso papai do céu, é assim, a gente não vê, mas sente.

-         E como é que eu vou saber se ele existe mesmo?

-         Olha em sua volta Beto! Quem fez esta cadeirinha? Essa porta? Esse desenho? A mesinha? Foi alguém, foi uma pessoa. Mas e o sol, a lua, os teus gatinhos? O mar, as estrelinhas do céu e todas as pessoas? Tudo que não foi feito pelo ser humano, foi feito por Deus, e é por isso que a gente sabe que Ele existe!!



Dinâmica de fixaxão :

- cada criança diz seu nome e uma criação de  Deus que mais gosta.



Atividade: Máscaras de Flores

Material necessário: Cartolina (1 para cada 2 evangelizandos), canetinhas hidrocores e barbate ou

elástico para prender a máscara.

Cada um de nós é uma flor no jardim de Deus, vamos espalhar o melhor perfume que há em nós
para ajudar o próximo.

Vamos fazer máscaras de flor, Desenhe em 1/2 cartolina ou em 1 inteira se preferir, colorida
conforme o exemplo abaixo para desenhar as máscaras de flores.





Em cada pétala, pedir ao aluno que desenhe o evangelizando praticando uma atitude positiva com o
próximo. Cada aluno confeccionará sua própria máscara.

Ao final, tire uma foto da turma utilizando as máscaras e se possível faça cópias para cada um, para
entregar na próxima aula para ficar registrado e lembrar de ser uma flor no jardim de Deus.

História: O Agradecimento da Flor

Então a flor levantou a voz e falou:

·         Muito Obrigada, núvens, boas núvens! Vocês salvaram a minha vida.

E as núvens responderam:
·         Não agradeça a nós! Agradeça ao sol e ao vento. O sol, viu você morrendo e, por isso, chamou-nos no oceano. O vento ouviu você soluçando e, por isso nos trouxe para aqui.

A flor então virou-se para falar com o vento e o sol.

O vento curvou-se para a terra e parou por um momento para ouvir as palavras da flor.

E a flor novamente falou:
·         Muito obrigada, vento, Bom vento! Muito obrigada, sol, bom sol! Vocês salvaram a minha vida.

Mas o vento e o sol responderam:
·         Não agradeça a nós; agadeça a Deus. Ele é que viu você morrendo. Ouviu seus soluços e teve piedade de você. Nós apenas somos seus servos.

Então a flor ficou em silencio. Agitou-se, porém devagar, e perfumou o ambiente com o aroma das suas pétalas.

A flor agradecia, assim, a imensa bonadde e a infinita sabedoria de Deus.

Atividade: Dinâmica do Pirulito

Dinâmica: O Pirulito

Material: Meias calças usadas e 1 pirulito para cada evangelizando.


Cada evangelizando é amarrado com as meias de nilon, as mãos para trás, somente as mãos. O aluno ganha 1 pirulito com as mãos amarradas. Após todos estarem amarrados e com os respectivos pirulitos nas mãos, a profe pede que comam os pirulitos.

Logo, os evangelizandos vão perceber que não é possível comer o pirulito com as mãos amarradas para trás. Deixar até que um deles resolva pedir ajuda aos seus coleguinhas. Todos vão perceber que será possível comer o pirulito se alguém ajudar a abrir o papel e colocar na boca do colega.

Esta dinâmica serve para trabalhar com eles os sentimentos de solidariedade, bondade, caridade e egoísmo.

Após a dinâmica explicar aos alunos a passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 15 Fora da Caridade não há salvação de forma susinta e simples para a compreensão dos pequenos.

A fé vitoriosa

Destacava André certas dificuldades na ex­pansão dos novos princípios redentores de que o Mestre se fazia emissário e se referia aos fariseus com amargura violenta, concitando os companheiros à resistência organizada. Jesus, porém, que ouvia com imperturbável tolerância a argumentação veemente, asseverou tão logo se estabeleceu o silêncio:

— Nenhuma escola religiosa triunfará com o Pai, ausentando-se do amor que nos cabe cultivar uns para com os outros.
E talvez porque se manifestasse justificada expectativa em torno dos apólogos que a sua di­vina palavra sabia tecer, contou, muito calmo:
— Na época da fé selvagem, três homens primitivos com as suas famílias se localizaram em vasta floresta e, findo algum tempo de con­vívio fraternal, passaram a discutir sobre a na­tureza do Criador. Um deles pretendia que o Todo-Poderoso vivia no trovão, outro acreditava que o Pai residisse no vento e o terceiro, que Ele morasse no Sol. Todos se sentiam filhos d’Ele, mas queriam à viva força a preponderância indi­vidual nos pontos de vista.
Depois de ásperas altercações, guerrearam abertamente.
Um dos três se munira de pesada carga de minério, outro reuniu grande acervo de pedras e o último se ocultara por trás de compacto monte de madeira. Achas de lenha e rudes ca­lhaus eram as armas do grande conflito.
Invocavam todos a proteção do Supremo Se­nhor para os seus núcleos familiares e empenhavam-se em luta. E tamanhas foram as per­turbações que espalharam na floresta, prejudicando as árvores e os animais que lhes sofreram a flagelação, que o Todo-Compassivo lhes en­viou um anjo amigo.
O mensageiro visitou-lhes o reduto, na for­ma de um homem vulgar, e, longe de retirar-lhes os instrumentos com que destruíam a vida, afir­mou que os patrimônios de que dispunham eram todos preciosos entre si, elucidando-os tão-só-mente de que necessitavam imprimir nova dire­ção às atividades em curso. Explicou-lhes que os três estavam certos na crença que alimentavam, porque Deus reside no Sol que sustenta as cria­turas, no vento que auxilia a Natureza e no trovão que renova a atmosfera. E, com muita paciência, esclareceu a todos que o Criador só pode ser honrado pelos homens, através do tra­balho digno e proveitoso, ensinando o primeiro a transformar os duros fragmentos de minério em utensílios para o trato da terra, nas ocasiões de sementeira; ao segundo, a converter as achas de lenha em peças valiosas ao bem-estar, e, ao terceiro, a utilizar as pedras comuns na edifi­cação de abrigos confortáveis, acrescentando, em tudo, a boa doutrina do serviço pelo progresso e aperfeiçoamento geral. Os contendores com­preenderam, então, a grandeza da fé vitoriosa pela ação edificante, e a discórdia terminou para sempre...
O Mestre fez pequena pausa e aduziu:
— Em matéria religiosa, cada crente possui razões respeitáveis e detém preciosas possibilidades que devem ser aproveitadas no engran­decimento da vida e do tempo, glorificando o Pai. Quando a criatura, porém, guarda a bênção do Céu e nada realiza de bom, em favor dos seme­lhantes e a benefício de si mesma, assemelha-se ao avarento que se precipita no inferno da sede e da fome, no intuito de esconder, indebitamente, a riqueza que Deus lhe emprestou. Por isto mesmo, a fé que não ajuda, não instrui e nem consola, não passa de escura vaidade do coração. Pesado silêncio desceu sobre todos e André baixou os olhos tímidos, para melhor fixar a mensagem de luz.

Livro: extraído do Livro Jesus no Lar

Brincando de Deus...

Esta história pode ser aplicada a todas as faixas etárias da evangelização.

Um grupo de cientistas estava decidindo qual deles iria encontrar com Deus e dizer que eles não precisavam mais dele. Finalmente um dos cientistas apresentou-se como voluntário e foi dizer a Deus que Ele não era mais necessário...

Assim, ao encontrar Deus, o cientista diz a ele:
- Deus, sabe como é, um punhado de nós tem estado pensando neste assunto e eu vim dizer que o Senhor não é mais necessário. Quero dizer, nós temos elaborado grandes teorias e idéias, nós clonamos uma ovelha e logo, logo, iremos clonar humanos. Como o Senhor pode ver, nós realmente não precisamos do Senhor.
Deus balança a cabeça, compreensivamente e diz:
- Bom, sem ressentimentos. Mas, antes, vamos fazer um concurso.
O que você acha?
O cientista diz:
- Para mim, tudo bem. Que tipo de concurso?
- Um concurso de fazer homem!! - Deus responde.
- Legal! Sem problemas! - Exclama o cientista. Ele rapidamente se adianta pegando um punhado de barro e diz:
- Vamos lá, estou pronto!
E Deus diz:
- Não assim! Você tem que criar seu próprio barro!!!

Aula: A palavra de Deus que transforma

Esta aulinha pode ser aplicada a todos os ciclos da evangelização.
Objetivo:
Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS (Evangelho) em nossas vidas.
Material:
· um bolinha de isopor
· um giz
· um copinho descartável de café
· uma esponja
· uma vasilha com água.

Desenvolvimento:
Primeiro se explica que a água é a Palavra de Deus e que os objetos somos nós.
Coloca-se a água na vasilha e vamos mergulhar cada um dos objetos na vasilha: o isopor, o giz, depois o copo descartável e por último a esponja.
Então refletimos:
- Como a Palavra de Deus age na minha vida?
- Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?
- Ou estou agindo como o giz que guarda/absorve a água para si sem partilhar com ninguém?
- Ou ainda agimos como o copinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo?
- Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?

(recebido indicando como fonte lista Evangelização Infantil)

AS CAUSAS PRIMEIRAS - DEUS

Quando acordamos para a razão, descobrimos os traços vivos da bondade de Deus, por toda parte.

Seu imenso carinho para conosco está no sol que nos aquece, dando sustento e alegria a todos os seres e a todas as coisas; nas nuvens que fazem a chuva para o contentamento da natureza; nas águas dos rios e nas fontes, que deslizam para o benefício das cidades, dos campos e dos rebanhos; no pão que nos alimenta; na doçura do vento que refresca. Na bondade das árvores que nos estendem os galhos dadivosos, em forma de braços ricos de benção; na flor que espalha perfume na atmosfera; na ternura e na segurança do nosso lar; na assistência dos nossos pais, dos nossos irmãos e dos nossos amigos que nos ajudam a vencer as dificuldades do mundo e da vida, e na providência silenciosa, que nos garante a conservação da saúde e da paz espiritual,

Muitos homens da ciência pretendem definir Deus pra nós, mas quando reparamos na proteção do Todo-poderoso, dispensada aos nossos caminhos e aos nossos trabalhos na Terra, em todos os instantes da vida, somos obrigados a reconhecer que o mais belo nome que pudemos dar ao Supremo Senhor é justamente aquele que Jesus nos ensinou em sua divina oração - "Nosso Pai".

Do livro Pai Nosso, de Meimei.
Que é Deus?
Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. (L.E)
Os atributos de Deus são:
Eterno: não teve inicio e não terá fim.
unico: não há outro como ele.
Imutável: não se modifica.
Imaterial: sua natureza é diferente de tudo que conhecemos. Se fosse material estaria sujeito a mudanças.
Onipotente: tudo pode, já que é o criador tem inteiro poder sobre a sua criação.
Bom: Ama todas as criaturas com o mesmo amor.
Justo: todos somos iguais diante de Deus.
Ele da a cada um de nós exatamente o que merecemos.  A cada um segundo suas obras.


HISTÓRIA: As sete maravilhas...

Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo.
No final da aula, aos estudantes foi pedido para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo.
Embora houvesse algum desacordo começaram os votos:
1.Pirâmides Do Egito
2.Taj Mahal
3.Grand Canyon
4.Canal De Panamá
5.Empyre State building
6.Basilica do St. Peter
7.A Grande Muralha da China

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à menina se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu:
"Sim, um pouco, eu não consigo fazer a lista, porque são muitos."
O professor disse: "Bem, diga-nos o que você tem, e talvez nós possamos ajudá-la."
A menina hesitou, então leu: "Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1.tocar
2.sentir sabor
3.ver
4.ouvir
Hesitou um pouco e então continuou...
5.sentir
6.rir
7.amar
A sala então ficou completamente em silêncio.
É fácil para nós, olharmos as façanhas do homem. Mas nós negligenciamos com tudo o que Deus fez para nós.
Que você possa se lembrar hoje, daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas

O QUE É DEUS???

Deus - conceitos que deverá ter o Evangelizador em mente e em conhecimento, para serem transmitidos através das atividades durante o desenvolvimento da unidade:


* Nã existe o acaso ;

* É o poder de uma inteligência sobre suas obras;

* Como nenhum ser humano pode criar o que a natureza produz, a causa primária há de estar numa
inteligência superior à humanidade;

* ter sentimento íntimo de Deus;

* Não existe efeito sem causa ;

* Causa única de sua própria causalidade, que significa que ele preexiste antes da criaçao e sobrexiste ao sem fim dos tempos e do Universo ;

* Perfeito em todos os atributos e na própria essência ;

* Não se encontra outra resposta além daquela que procede da existência de um Criador;

* efeito do universo procede de uma causa perfeita e harmônica, sábia e infinita;

* Deus está presente no homem mediante a sua responsabilidade moral e a sua própria liberdade, que lhe confere negativo ou positivo conforme o uso que delas faça;

* não pode ser confundido com suas obras: está presente, mas NÃO é a obra.

A EXISTÊNCIA DE DEUS


Dramatização. Pode ser contada ou representada pelos evangelizadores.

Cenário - Uma fazenda no interior do Brasil. Um fazendeiro, vendo o seu empregado, um caipira analfabeto, mas muito religioso, ajoelhado rezando próximo a uma fonte, admira-se e sai pensativo . Depois, manda chamar o empregado na sua casa e pergunta-lhe:

Fazendeiro - Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, se nem menos sabes ler ou escrever? Quem te ensinou isso?

Empregado - Patrão, ninguém me ensinou sobre Deus, não ensinamentos como nos livros. Ouvi muito a minha maezinha falar D’Ele quando eu era criança, mas eu conheço a existência D’Ele, que é o Nosso Pai Celeste, pelos Seus sinais.

Fazendeiro (admirado) - Como assim?

Empregado (humilde) - Quando o senhor recebe uma carta de uma pessoa que está ausente, como reconhece quem a escreveu?

Fazendeiro - Pela letra e pela assinatura.

Empregado (sorrindo) - E esse seu belo relógio de pulso? (aponta o relógio do patrão). Como o senhor sabe o nome do fabricante?

Fazendeiro (olhando para o relógio e mostrando ao empregado o que está escrito no relógio) - Olhe aqui, está escrito o nome da firma que o fez, Rolex. Este é o fabricante do relógio.

Empregado (ainda sorridente) - Quando o senhor ouve passos de animais perto da casa grande, como sabe depois se foi um carneiro, um cavalo ou um boi?

Fazendeiro (surpreso) – Ora, pelos rastros que eles deixam na areia.
O empregado então sai para a varanda e chama o fazendeiro. Mostra-lhe a Lua, as estrelas brilhantes, as árvores e as montanhas ao redor da fazenda e exclama, respeitosamente:

Empregado - Senhor, aqueles sinais lá em cima e aqui na Terra não podem ser obras dos homens!

Nesse momento, o orgulhoso fazendeiro, emocionado, com os olhos cheios de lágrimas, ajoelhou-se na varanda e começou a orar também.

Fonte: adaptado e inspirado do conto: DA EXISTÊNCIA DE DEUS - ditado por Meimei no livro PAI NOSSO - psicografia de Francisco Cândido Xavier, FEB.