Mostrando postagens com marcador Páscoa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Páscoa. Mostrar todas as postagens

Aula: Páscoa

Incentivação Inicial: ir puxando questionamentos acerca de : vocês ganham ovos de chocolate?Quando? vocês sabem o que é Páscoa? O que significa a Páscoa? Bom, hoje vamos tentar entender o sentido da Páscoa

Vou contar para vocês a história do Carlinhos, que era um menino muito legal, mas vivia pensando só em ganhar ovos de chocolates.

*Contar a história:

História de Páscoa

Carlinhos chegou à escola todo feliz:

-Oba! Na próxima semana é o Domingo de Páscoa: que bom, vou ganhar muitos ovos de chocolate !

- Você sabe o que é Páscoa, Carlinhos? - perguntou-lhe a professora.

- Bem - disse ele - acho que é o dia em que nós ganhamos ovos de chocolate do coelhinho da Páscoa, não é?

- Não, Carlinhos, não é isso não. Vamos ver se nós aprendemos hoje o que é a Páscoa.

"Há muito tempo, quando só se conheciam as civilizações antigas, os judeus comemoravam a entrada da primavera, pois era uma época em que os campos se enchiam de flores, o pasto ficava verdinho, anunciando que em breve se poderia fazer a colheita dos frutos, cereais, que iriam garantir o alimento para toda população. Nessa época também os rebanhos aumentavam. Nasciam muitos carneiros, ovelhas e outros animais; por isso os pastores comemoravam com muito amor a chegada da primavera e eles davam a esta festa o nome de Páscoa.

Muito mais tarde, na época de Jesus, ela teve outro significado para o mundo cristão.

Nós sabemos que Cristo, que veio pregar o amor entre as pessoas, não foi compreendido pela maior parte da população e pelos reis da época, motivo pelo qual foi crucificado. Ora, essa crucificação aconteceu na época da Páscoa. Depois de ficar crucificado por três dias, quando foi retirado da cruz, Jesus foi enterrado em um local bem seguro, com uma pedra fechando a entrada deste local, para que o corpo não fosse retirado de lá, durante à noite, por seus amigos. Guardas tomavam conta do lugar, viram à noite que a terra estremeceu e de dentro do lugar onde estava a pedra, Jesus apareceu, conforme havia prometido, que ressurgiria dos mortos, ao 3º dia, provando assim que a vida que Deus nos dá é eterna.

Quando souberam, todos os seus amigos ficaram muito felizes, e como era época das festas de Páscoa (ou festa da primavera) deram a esse fato o nome de Páscoa da Ressurreição, que é comemorada todos os anos pelos cristãos por algumas religiões.

- Tudo bem professora. Mas o que o coelho e os ovos têm a ver com tudo isso?

- Vou tentar explicar, Carlinhos. Como você sabe, o ovo é o símbolo da vida. É através dele que todos os animais nascem e se reproduzem. Você já viu quando a galinha choca como nascem os pintinhos que mais tarde serão galos e galinhas também. Com este símbolo temos a representação da Vida Eterna, que foi como Jesus sempre pregou.

- Mas estes ovos que a senhora falou não são de chocolate.

- Certo! Você tem toda razão. Acontece que antigamente para comemorar a Páscoa, as pessoas presenteavam ovos verdadeiros de aves cuja casca era pintada com muito carinho para servir de enfeite e lembrança para a pessoa a quem eram ofertados; porém, esses ovos tinham a desvantagem de se quebrarem e se estragarem com facilidade.

Com a vinda da era moderna, os homens resolveram comercializar a idéia e assim produziram ovos de Páscoa de chocolate, de açúcar, porcelana, alumínio e outros materiais que serviram para conservar a idéia do ovo, com facilidade e vantagem para comemorar a Páscoa da Ressurreição.

- E o coelho?

- Bem, o coelho é o animal que representa o símbolo da fertilidade e que passou a ser o divulgador da notícia da ressurreição do Cristo por ser um animal esperto, rápido e que nos traz sempre a idéia de alegria e felicidade. Assim sendo, juntaram-se as duas figura Coelho + Ovo de chocolate e crianças ficaram felizes no dia da Páscoa, muitas vezes sem saber o significado desse dia.

- Tem razão professora - disse Carlinhos - eu mesmo não sabia nada disso e achava que o Domingo de Páscoa era o dia em que o coelhinho vinha trazer ovos para a gente. Agora sei da história, já não vou me importar, se não receber nenhum ovo. Chocolate posso comer qualquer dia, mas a lição da Ressurreição de Jesus é um motivo que devo guardar em meu coração e ficar muito feliz por ter acontecido. Espero que no próximo Domingo de Páscoa eu possa comemorar o amor que Jesus nos ensinou com todas as pessoas que conheço.

- Muito bem Carlinhos, porém lembre-se que essa lição é para todos os dias de nossas vidas. Nós devemos amar sempre aos nossos semelhantes. Nos dias de festa, nos dias comuns, nos dias alegres e até nos dias tristes, porque quando respeitamos e amamos as pessoas, nós somos felizes e isso é o que Jesus deseja para todos: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo" .


4 . Atividade final

Desenhar em uma folha, a metade de um ovo, a parte de baixo. Em outra folha, a outra metade, a de cima. Em ambas, pedir às crianças que coloram bem bonito. Depois pedir que pensem na vida delas. O que precisam fazer renascer dentro delas e no seu di-a-dia (carinho, compreensão, estudo, disciplina, humildade, caridade, etc) e pedir para escreverem acima da metade de baixo do ovo colorida.

A parte de cima do ovo, na outra folha, será recortada e "colada" somente na ponta de cima, em cima da parte de baixo do ovo, ou seja, onde elas escreveram, de forma que possam "abrir" o ovo e ler o que tem dentro.

Obs: Levar fig. Sobre o tema, para colorir caso ocorra de alguma criança que não saiba escrever estiver presente . Se as outra quiserem, também receberão

* Oração final


OBS: a história foi retirada do site da cvdee


Estudo: Páscoa

Eis-nos, uma vez mais, às vésperas de mais uma Páscoa. Nosso pensamento e nossa emoção, ambos cristãos, manifestam nossa sensibilidade psíquica. Deixando de lado o apelo comercial da data, e o caráter de festividade familiar, a exemplo do Natal, nossa atenção e consciência espíritas requerem uma explicação plausível do significado da data e de sua representação perante o contexto filosófico-científico-moral da Doutrina Espírita.


Deve-se comemorar a Páscoa? Que tipo de celebração, evento ou homenagem é permitida nas instituições espíritas? Como o Espiritismo visualiza o acontecimento da paixão, crucificação, morte e ressurreição de Jesus?

Em linhas gerais, as instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”. Todavia, o sentimento de religiosidade que é particular de cada ser-Espírito, é, pela Doutrina Espírita, respeitado, de modo que qualquer manifestação pessoal ou, mesmo, coletiva, acerca da Páscoa não é proibida, nem desaconselhada.

O certo é que a figura de Jesus assume posição privilegiada no contexto espírita, dizendo-se, inclusive, que a moral de Jesus serve de base para a moral do Espiritismo. Assim, como as pessoas, via de regra, são lembradas, em nossa cultura, pelo que fizeram e reverenciadas nas datas principais de sua existência corpórea (nascimento e morte), é absolutamente comum e verdadeiro lembrarmo-nos das pessoas que nos são caras ou importantes nestas datas. Não há, francamente, nenhum mal nisso.

Mas, como o Espiritismo não tem dogmas, sacramentos, rituais ou liturgias, a forma de encarar a Páscoa (ou a Natividade) de Jesus, assume uma conotação bastante peculiar. Antes de mencionarmos a significação espírita da Páscoa, faz-se necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento.

A Páscoa, primeiramente, não é, de maneira inicial, relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus. Veja-se, por exemplo, no Evangelho de Lucas (cap. 22, versículos 15 e 16), a menção, do próprio Cristo, ao evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.” Evidente, aí, a referência de que a Páscoa já era uma “comemoração”, na época de Jesus, uma festa cultural e, portanto, o que fez a Igreja foi “aproveitar-se” do sentido da festa, para adaptá-la, dando-lhe um novo significado, associando-o à “imolação” de Jesus, no pós-julgamento, na execução da sentença de Pilatos.

Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e alimentada pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”, uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola, da qual saciavam a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir do evento bíblico denominado “êxodo” (fuga do povo hebreu do Egito), em torno de 1441 a.C., passaram a ser reverenciadas juntas. É esta a Páscoa que o Cristo desejou comemorar junto dos seus mais caros, por ocasião da última ceia.

Logo após a celebração, foram todos para o Getsêmani, onde os discípulos invigilantes adormeceram, tendo sido o palco do beijo da traição e da prisão do Nazareno.

Mas há outros elementos “evangélicos” que marcam a Páscoa. Isto porque as vinculações religiosas apontam para a quinta e a sexta-feira santas, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus – tão bem retratado neste último filme hollyodiano (A Paixão de Cristo, segundo Mel Gibson) –, e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus.

No que concerne à ressurreição, podemos dizer que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da mantença da estrutura corporal do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, em virtude do apodrecimento e deterioração do envoltório físico. As Igrejas cristãs insistem na hipótese do Cristo ter “subido aos Céus” em corpo e alma, e fará o mesmo em relação a todos os “eleitos” no chamado “juízo final”. Isto é, pessoas que morreram, pelos séculos afora, cujos corpos já foram decompostos e reaproveitados pela terra, ressurgirão, perfeitos, reconstituindo as estruturas orgânicas, do dia do julgamento, onde o Cristo, separá justos e ímpios.

A lógica e o bom-senso espíritas abominam tal teoria, pela impossibilidade física e pela injustiça moral. Afinal, com a lei dos renascimentos, estabelece-se um critério mais justo para aferir a “competência” ou a “qualificação” de todos os Espíritos. Com “tantas oportunidades quanto sejam necessárias”, no “nascer de novo”, é possível a todos progredirem.

Mas, como explicar, então as “aparições” de Jesus, nos quarenta dias póstumos, mencionadas pelos religiosos na alusão à Páscoa?

A fenomenologia espírita (mediúnica) aponta para as manifestações psíquicas descritas como mediunidades. Em algumas ocasiões, como a conversa com Maria de Magdala, que havia ido até o sepulcro para depositar algumas flores e orar, perguntando a Jesus – como se fosse o jardineiro – após ver a lápide removida, “para onde levaram o corpo do Raboni”, podemos estar diante da “materialização”, isto é, a utilização de fluido ectoplásmico – de seres encarnados – para possibilitar que o Espírito seja visto (por todos). Igual circunstância se dá, também, no colóquio de Tomé com os demais discípulos, que já haviam “visto” Jesus, de que ele só acreditaria, se “colocasse as mãos nas chagas do Cristo”. E isto, em verdade, pelos relatos bíblicos, acontece. Noutras situações, estamos diante de uma outra manifestação psíquica conhecida, a mediunidade de vidência, quando, pelo uso de faculdades mediúnicas, alguém pode ver os Espíritos.

A Páscoa, em verdade, pela interpretação das religiões e seitas tradicionais, acha-se envolta num preocupante e negativo contexto de culpa. Afinal, acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, numa alusão descabida de que todo o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”, dos nossos próprios erros, ou dos erros cometidos por nossos ancestrais, em especial, os “bíblicos” Adão e Eva, no Paraíso. A presença do “cordeiro imolado”, que cumpre as profecias do Antigo Testamento, quanto à perseguição e violência contra o “filho de Deus”, está flagrantemente aposta em todas as igrejas, nos crucifixos e nos quadros que relatam – em cores vivas – as fases da via sacra.

Esta tradição judaico-cristã da “culpa” é a grande diferença entre a Páscoa tradicional e a Páscoa espírita, se é que esta última existe. Em verdade, nós espíritas devemos reconhecer a data da Páscoa como a grande – e última lição – de Jesus, que vence as iniqüidades, que retorna triunfante, que prossegue sua cátedra pedagógica, para asseverar que “permaneceria eternamente conosco”, na direção bussolar de nossos passos, doravante.

Nestes dias de festas materiais e/ou lembranças do sofrimento do Rabi, possamos nós encarar a Páscoa como o momento de transformação, a vera evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar “coordenando” o processo depurativo de nosso orbe. Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida.

Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que o imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por ele, qual seja a de “sermos deuses”, “fazendo brilhar a nossa luz”.

Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena.


Aula: Páscoa

Amanhã é o Domingo de Páscoa: Alguém sabe o que é Páscoa?
Resposta provável: É o dia em que nós ganhamos ovos de chocolate do coelhinho da Páscoa.
Isso é o que nós pensamos, mas na verdade Páscoa não é isso não.. Vamos ver se nós aprendemos hoje o que é a Páscoa.
"Há muito, muito tempo, lá na terra onde Jesus nasceu, os judeus comemoravam a entrada da primavera, por ser uma época em que os campos se enchiam de flores e o pasto ficava todo verdinho, anunciando que em breve se poderia fazer a colheita dos frutos e cereais, que iriam garantir a comidinha pra todo mundo que morava lá.

Era nessa época também que animais mais cresciam. Nasciam muitos carneirinhos e ovelhinhas. Por isso os pastores comemoravam com muito amor a chegada da primavera, que na língua deles se chamava Páscoa.

Muito mais tarde, na época de Jesus, a festa da primavera ou páscoa, teve outro significado para o mundo cristão.

Nós sabemos que Jesus Cristo, veio pregar o amor entre as pessoas, mas não foi compreendido pela maior parte da população e pelos reis da época, e por isso foi crucificado. Ora, essa crucificação aconteceu na época da Páscoa. Depois de ficar crucificado por três dias, quando foi retirado da cruz, Jesus foi enterrado em um local bem seguro, com uma pedra fechando a entrada deste local, para que o corpo não fosse retirado de lá, durante à noite, por seus amigos. Guardas tomavam conta do lugar, viram à noite que a terra estremeceu e de dentro do lugar onde estava a pedra, Jesus apareceu, conforme havia prometido, que ressurgiria dos mortos, ao 3º dia, provando assim que a vida que Deus nos dá é eterna.

Quando os amigos de Jesus souberam que ele continuava vivo após ser crucificado, ficaram muito felizes, e como era época das festas de Páscoa (ou festa da primavera) deram a esse fato o nome de Páscoa da Ressurreição, que é comemorada todos os anos pelos cristãos".

Entenderam? Tá, mas e o coelho e os ovos? O que eles têm a ver com tudo isso?

Vou tentar explicar.
O ovo é o símbolo da vida. É através dele que todos os animais nascem e se reproduzem. Vocês já viram quando a galinha choca os ovos, como nascem os pintinhos que mais tarde serão galos e galinhas também?
Pois é, o ovo é usado na Páscoa para representar a Vida Eterna, que é o que Jesus sempre nos ensinou.
Assim, com o passar dos anos, para ficar uma festa ainda mais gostosa, os ovos que representam a vida eterna, começaram a ser feitos de chocolate.
E o coelho?
Bem, o coelho por ser um animal esperto, rápido e que nos traz sempre a idéia de alegria e felicidade, é utilizado como aquele que nos traz a notícia da vida eterna de Jesus Cristo.
Assim sendo, juntaram-se as duas figuras Coelho + Ovo de chocolate e crianças ficaram felizes no dia da Páscoa, muitas vezes sem saber o significado desse dia.
Então, agora que vocês já sabem a verdadeira história da Páscoa, quando ganharem seus ovinhos de chocolate amanhã, lembrem-se que Jesus é o verdadeiro motivo dessa festa, e que devemos guarda-lo sempre em nosso coração, comemorando com o papai, a mamãe, nossos irmãozinhos e amiguinhos, com muito amor, o que Jesus nos ensinou: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos."
Para complementar a aula:
Jesus está vivo!

Quando Jesus veio à Terra, Ele só fazia o Bem, praticava a Caridade, ensinava as pessoas e as criancinhas a se amarem porque Deus é Amor.
Jesus ensinava o Seu Novo Mandamento:
"Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei"


PERGUNTAR: O QUE É PÁSCOA MESMO?
(esperar as respostas e completar)
Páscoa é respeitar ao papai e a mamãe.
É ajudar à mamãe nas tarefas de casa.
É ajudar o papai também.
É guardar os brinquedos no lugar certo depois de brincar.
É repartir o que se tem com as outras pessoas.
Enfim, é saber ver a beleza das coisas que Deus criou e Jeus nos ensinou.



PERGUNTAR: O QUE NÓS, OS AMIGUINHOS DE JESUS PODEMOS FAZER PARA COMEMORAR A PÁSCOA?

(esperar as respostas e completar)
Devemos também mudar para melhor, ajudando uns aos outros, desculpando, amando, agradecendo, sendo também amiguinhos de todos, emprestando o que é nosso, não discutir, não brigar, não responder aos outros, não falar palavrões ou palavras feias...

ATIVIDADES:
- Cada um desenhar a sua mão escrevendo seu nome dentro e colar num papel pardo (se os papéis das mãos forem coloridos podem ser colados num papel branco), formando um grande cartaz com a palavra PÁSCOA - PASSAGEM DE JESUS PELA TERRA, ENSINANDO QUE A MORTE NÃO EXISTE E QUE A VIDA É ETERNA.

História: Lição da floresta



        A Floresta Azul é um lugar muito bonito. Há muitas árvores, grandes e pequenas, flores coloridas por todos os lugares. Lá moram muitos animais mas, ultimamente, quase não se vê ninguém brincando na Floresta ou passeando no lago.
         O Leão, Rei da Floresta, um dia saiu para visitar alguns amigos. Logo ele percebeu que seu reino estava triste e que todos pareciam muito ocupados. Chamou sua Ministra Coruja e perguntou o que estava acontecendo.
         - Estão todos ocupados, preparando chocolates e ovos para a Páscoa.
         O Rei não entendeu, afinal, para ele a Páscoa não era feita apenas de chocolate, mas de união e alegria.
         Ele resolveu, fazer uma reunião e chamou todos os animais da Floresta. Vieram todos, incluindo a Dona Onça, Seu Jacaré e a Preguiça, que chegou atrasada, mas veio.
         - Meus caros amigos, disse o Rei, acho que estamos esquecendo do verdadeiro significado da Páscoa. Alguém sabe o que comemoramos nesta data?
         - Comemoramos o coelhinho com chocolates, disse o Macaco rindo. Mas logo parou, porque Dona Elefanta olhou séria para ele.
         - Lembramos o aparecimento de Jesus, em espírito, provando que o espírito continua vivo após a morte do corpo físico, ensinou a Girafa.
         - É verdade disse o Rei Leão. Podemos até trocas presentes, mas isso não deve ser o mais importante.
         - O que realmente importa é ter atitudes de amor, amizade e paz para com todos - completou a Ministra Coruja.
         Todos entenderam que estavam preocupados demais com a festa, com os chocolates e que acabaram esquecendo de conviver com os outros animais e praticar as boas atitudes ensinadas por Jesus.
         Naquele ano, a Páscoa na Floresta Azul foi um momento muito especial, sem presentes, mas com muita alegria e amor entre os animais. Jesus, no plano espiritual, que tudo observava, ficou contente porque eles entenderam o significado da Páscoa.
  
No final da história, o Macaco entendeu o verdadeiro significado da Páscoa.


Com um lápis de cor preta, desenhe a metade que falta do macaquinho usando os quadrinhos como guia.